ImageShackÉ isso aí, deu no New York Times a massacrante vitória do Brasil sobre os EUA, seleção campeã de futebol feminino em 1991 e 1999 e atual número 1 no Ranking.

A seleção americana manteve no banco a goleira Hope Solo, a única esperança de tentar parar o nosso ataque. Em seu lugar o técnico colocou outra goleira que, embora experiente, não tinha jogado uma partida sequer nesse mundial. Soma-se a isso o fato delas perderem uma jogadora expulsa no final do primeiro tempo e terem aberto o placar exatamente com um gol contra, acredito que psicologicamente as americanas deveriam estar em frangalhos.

O fato é que mesmo assim, as americanas não perdiam há dois anos e meio, há exatos 51 jogos, enquanto as brasileiras jamais tinham ido para uma final de Copa do Mundo, além de não contar sequer com um campeonato organizado no país. O favoritismo era yankee. Mas a categoria era tupiniquim.

Impossível falar de categoria sem falar na Marta, artilheira da competição com 7 gols. Quem viu o último gol dela deveria fazer um abaixo-assinado para que uma estátua dela seja colocada em cada estádio de futebol. Assistindo essa mulher jogar futebol tenho uma idéia do que deve ter sido assistir aos jogos da era de ouro (anos 70).

Espero que ela continue humilde e não encontre nenhum “coelho” pelo caminho.

Agora, nos vemos na final, domingo, às 9hs.

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Postado por Categorias: Esporte
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Comentários do Blog

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  1. E o drible e o gol da Marta foram fenomenais.

  2. Henrique Hübner disse:

    Eu vi o jogo… a saleção feminina deu um supapo fenomenal nas americanas que no final viram 50 estrelas rodando sobre a suas cabeças! :-)

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