Charge de Eleição
Por William Becher em 06/10/2008 - Categorias: charge, humor, política


Nesta quarta-feira (dia 5), a banda inglesa Iron Maiden fará um show em Porto Alegre, e o show terá como foco as canções clássicas dos anos 80. Será a primeira vez que a banda vem ao país desde a Death on the road tour, de 2004. A turnê atual é a SOMEWHERE BACK IN TIME.
Eu e mais 12999 fãs ensandecidos conseguimos ingresso, e vamos ao Gigantinho assistir o show. É uma daquelas oportunidades que não podemos desperdiçar, afinal a banda já tá velha, até quando ela deve existir? Tomara que por muito tempo ainda!
E pra ir ao show vale tudo, desde acampar na fila, até mesmo marchar pelo ingresso. Sorte que eu não precisei de nenhum dos dois.
Aguardem mais notícias na quinta-feira, ou na sexta.
Colisão de prótons, virtualização, mágica… não sei por que, mas achei que se juntasse tudo isso aí dava uma boa história do Thor, o deus do trovão.
Aí, pensando nisso, lá fui eu pro Deviantart buscar visões artísticas desse famoso super-herói/deus viking.
Artistas: Roe_Mesquita,kungfumonkey,~Leechman,nebezial,mtz,Hawkwind25, SalamunicArt, Liquidology
No capítulo anterior (ehuehue), postei conceitos básicos sobre virtualização, explicando bem por cima o que é e pra que serve. Como eu disse, o assunto é tão abrangente quanto as soluções, seja para home office ou empresas, então, resolvi fazer uma trilogia.
Neste post, abordemos mais o “como funciona” da coisa, detalhando melhor como essa maravilha tecnológica funciona em termos de hardware (do verbo “como minha máquina consegue fazer isso?!?!”) e software, passando por algumas soluções de alguns fabricantes (do adjusto adverbial “como meu sistema operacional entende isso?!?!”).
Sabemos que virtualização é, resumindo, transformar uma máquina física em várias máquinas virtuais (VMs) e, nelas, instalar os sistemas operacionais que quisermos (desde que suportados pela ferramenta e pela máquina física, obviamente), independente do sistema operacional instalado na máquina física. O que não sabemos é como o hardware da máquina física lida com as instruções das duas máquinas ao mesmo tempo e isso, no começo do mundo virtualização, provocou dores de cabeça e horas de análise em muito processador, memória RAM e disco por ae.
No começo, toda máquina física que possuía uma VM tinha seu hardware compartilhado. Ok, nada mais óbvio, né Aidemin? Se uma VM está em uma máquina física, elas compartilharão do mesmo processador, da mesma memória RAM, do mesmo HD e da mesma placa de rede! Logo, quando há uma requisição de processador feita pela VM, o processador da máquina física inicia um processo (thread) que atende a si próprio E a VM! Ou seja, o processador trabalha em dobro, digamos, pensando alto e dizendo alto “Faça a conta 1+1=2!”, faz a conta e retorna o resultado pras duas máquinas.
Um comparativo entre o tamanho do acelerador LHC e naves e estações de filmes e séries de Ficção, para ver que a realidade também pode ser surpreendente.
Como prometido, neste terceiro post sobre o LHC fiz um gráfico comparando a dimensão do anel de aceleração com diversas naves da Ficção, muitas delas bem famosas. Chega a ser surpreendente a escala do empreendimento realizado pelo CERN.
Vale lembrar que a obra custou cerca de 3 bilhões de Euros e foi fruto de mais de 4 mil doadores diferentes em todo o mundo. Lá trabalharão aproximadamente 4.000 dos melhores físicos do planeta, vindos de quase 100 países, inclusive do Brasil.

Acima uma foto de uma parte do túnel circular de 27 Km de extensão por onde correm os prótons que chegam a alcançar 99,9999% da velocidade da luz antes de colidirem (em sentidos contrários) dentro de um dos gigantescos detectores (Atlas, Alice, CMS, LHC-b, LHC-f e TOTEM).
E quanto às naves ?Aqui ao lado está uma imagem com escala de 1 pixel para cada 50 metros. Está vendo um pontinho pequeno lá embaixo, o menor deles? Pois então, aquela é a nave Enterprise na versão do primeiro filme para cinema de Jornada nas Estrelas.
Clicando na ilustração você vai para uma imagem maior com escala cinco vezes maior (10 metros por pixel) que mostra as naves com mais detalhes.
Só de curiosidade, os prótons sofrem sua aceleração inicial ali naquele anel amarelo (SPS) e então são introduzidos no acelerador externo (o LHC) em sentidos opostos, cada conjunto um circula em seu próprio tubo e em sentidos opostos até a colisão. Cada “lote” de prótons injetado no anel de aceleração contém 5 milhões de prótons.
Este seria meu último artigo sobre o LHC mas hoje de manhã achei algo que me impressionou tanto que resolvi que vale à pena mais um post para amanhã e garanto, vai ser o melhor deles.
Fonte: CERN LHC Outreach, Jeff Russel, B5Tech
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