Vítor Mateus Teixeira, mais conhecido como Teixeirinha, foi um cantor e compositor brasileiro, também conhecido como o Rei do Disco, pelos recordes de vendas de discos que conseguiu em sua época. O cara vendia MUITO disco.

teixeirinha

Teixeirinha teve uma infância difícil, especialmente por ter perdido aos seis anos o pai, um carreteiro, e aos nove anos a mãe, em um incêndio. Em 1961 tornou-se sucesso nacional com o lançamento de “Coração de Luto” (também conhecida como churrasquinho de mãe), que falava da trágica morte de sua mãe, no programa do Chacrinha. Ainda em 1961 conheceu em Bagé a cantora Mary Terezinha, que se tornou sua efetiva companheira.

Atuou também no cinema, sendo que o filme Coração de Luto, de 1966, era uma autobiografia.

Teixeirinha é um típico músico da música gaúcha, sendo ele um ícone do estilo. Uma de suas canções mais famosas é “Querência Amada”, que em sua introdução possui uma dedicatória ao pai.

Teixeirinha e Mazzaropi foram os maiores fenômenos populares do cinema brasileiro regional. No caso do cantor gaúcho, seus filmes chegaram a superar 1,5 milhões de espectadores, obtidos apenas nos três estados do sul do país. Eram co-produzidos por distribuidores e exibidores locais, que lhes asseguravam a permanência em cartaz. Sua última produção, “A filha de Iemanjá” foi distribuída pela Embrafilme com fracos resultados. Uma análise mais detalhada dos resultados de exibição pode conduzir a uma melhor compreensão da relação regional da distribuição e da exibição.

especial

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Este é um tributo à obra de Teixeirinha com interpretações de artistas do pop rock e do regionalismo gaúcho, entre eles: Luiz Carlos Borges, Renato Borghetti, Walther Morais,Thedy Corrêa e Serginho Moah. Alguém poderia imaginar Humberto Gessinger cantando “Coração de Luto”, Thedy Corrêa interpretando “Tordilho Negro” ou Serginho Moah colocando voz em “Gaúcho de Passo Fundo”? Junte-se a isto o fato de os principais cantores do pop-rock sulino interpretarem os sucessos de Teixeirinha ao lado de artistas do regionalismo gaúcho. Especial Teixeirinha foi gravado, ao vivo, em um circo montado no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. O nome O Gaúcho Coração do Rio Grande é uma referência ao show itinerante que o artista realizava pelo interior do Estado – o objetivo foi recriar a atmosfera dos lugares onde o artista se apresentava. Não deixe de conferir!

Eu que não gosto muito de música gaudéria adoro esse CD. Essas bandas atuais deram uma nova “roupagem” à sucessos do saudoso Teixeirinha. Realmente, NÃO DEIXEM DE CONFERIR.

Fonte: Wikipédia

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1 Comentário

  1. potigucho disse:

    Uma pequena ressalva: Teixeirinha era, na sua época áurea, a maior bilheteria do cinema brasileiro, não sòmente nos estados sulistas, mas em qualquer recanto do Brasil, até mesmo no interior do Rio Grande do Norte, como atesta minha esposa, potiguara “teixeirinófila”. Quanto ao CD, endosso integralmente, eu, gaúcho beethoviano, que só vim a escutar Teixeirinha na maturidade, aqui no RN, por instâncias justamente da minha mulher. Algumas das melodias bem agradáveis, letras não mais singelas que as dos Beatles iniciantes (que todo mundo ainda adora…), mas, principalamente, um disco com arranjos e interpretações apuradíssimas e, dentre elas, algumas canções realmente de qualidade e de uma autenticidade cultural que o comercialismo do artista nunca empanou. Um disco a se escutar com atenção e, no meu caso, com prazer.

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