happy accidents
Por Letícia Paviani em 19/03/2010 - Categorias: arte, fotografia

Estava dando uma olhada em uns blogs de assunto de moda, e no meio deles achei essas fotografias bem interessantes…

matt stuart é o autor destes “happy accidents”

Fonte: Da Groselha

Anjos e demônios
Por Antonio Carneiro em 31/07/2009 - Categorias: charge, humor

Bizarro001

“Eu estava no céu até reclamar que não conseguia checar meus e-mails.”

Fonte: http://twitter.com/fabiomoon

E se Ghostbusters fosse feito nos anos 50?
Por Antonio Carneiro em 31/07/2009 - Categorias: cinema, nostalgia, sci-fi, video

Já tinhamos mostrado um video que especulava como seria um filme de ficção científica no estilo dos antigos filmes de bangue-bangue  (High Tech Noon), outro que mostrava como seria Star Trek na época do cinema mundo (Steam Trek) e uma série de videos que transformou o primeiro filme do Indiana Jones em uma série de cinema dos anos 30.

Agora, via blue bus, encontramos um fan-trailer que especula como seria o filme dos Caça-Fantasmas (Ghostbusters) se fosse produzido com baixo orçamento nos anos 50, em vez de uma caprichada produção de 1984.

 O trailer é em preto e branco, reúne diversos comediantes e mostra uma inteligente montagem com cenas que reúne, entre outros, Os 3 Patetas, O Dia em Que a Terra Parou, Abbot e Costello e até Star Trek. Com vocês… Ghost Busters – 1954!

YouTube Preview Image

PS: este post foi uma dica do nosso editor em greve branca, Alexandre Salau.

Entreouvido por Aí 11
Por Antonio Carneiro em 29/07/2009 - Categorias: Brasil, citacoes, humor

Se o Schummacher pode voltar pra F1 porque a série Entreouvido por Aí também não pode voltar? Olha nóis aqui otra veiz!!
(Lembrando que são todas frases verdadeiras entreouvidas na rua, em bares, salões de beleza, etc e enviadas para a revista dominical do jornal O Globo.)

patientcare1

# Camelô para uma garota na porta da universidade:
“Segura a saia que esse vento é macho”

# Moça assediando rapaz sarado na Parada Gay de SP:
“Diz pra mim que você é bissexual,diz…”

# Menina para as amigas que discutiam a obrigatoriedade do voto, na Praia de Ipanema:
“Voto facultativo é para aqueles que estão na faculdade?”

# Moça para uma colega, no Fórum do Rio:
“Eu vou ao Arpoador todo domingo, cedinho. Quando ouço o primeiro berro do tipo ‘Kleverson segura a mão da Shaiane’, eu pego minhas coisas e volto pra casa”

# Motorista de ônibus pra um colega:
“É preferível ser corno do que pagar pensão”

# Mulher para atendente do supermercado que recusou seu cartão alimentação:
“Querida, eu tenho 35 anos, sou solteira e moro sozinha. O valor da comida nunca vai ser maior que o valor da bebida”

# Diálogo entre filha e mãe numa petshop:
“Olha, perfume pra cachorro!”
“Então pega um pro seu pai…”fofoca3

# Aluna se queixando do espaço entre as carteiras durante uma prova:
“Professora, essa distância toda só aumenta a margem de erro”

# Moça para amiga, em uma loja na Tijuca:
“Quer colocar a sua pasta aqui na minha bolsa? Cabe até o meu amante aqui dentro”

# Mãe reclamando da filha adolescente, em um salão de beleza:
“Os hormônios dela estão acabando com os meus”

# Mulher reclamando da quantidade de despesas a pagar, num salão de beleza:
“Estou dando um boi pra não entrar numa briga, mas se eu entrar, é só pra pegar meu boi de volta”

Ver o invisível
Por Cíntia em 25/07/2009 - Categorias: ciência, notícia, tecnologia

Pesquisadores da Pohang University of Science and Technology, da Coréia do Sul, dizem ter desenvolvido uma lente capaz de projetar imagens teoricamente invisíveis. Como assim?

Inspetor Bugiganga

O olho humano tem um limite de resolução, ou seja, a partir de um certo ponto, as coisas passam a ser tão tão pequenas que não conseguimos mais enxergar. O menor tamanho que o olho humano consegue definir é aproximadamente 0,2 milímetro. A partir daí, não se define mais nada sem ajuda de uma lente de aumento, lupa ou microscópio.

Mas todos esses aparelhos também têm um limite de resolução. O do microscópio óptico é de 0,2 micrômetro e é limitada pelo comprimento de onda da luz visível. Pode-se aumentar a resolução construindo microscópios que utilizem radiações de comprimento de onda menor que o da luz visível, como no caso dos microscópios eletrônicos. Já deu pra entender que todos esses sistemas têm suas limitações, certo?

Pois então, esse grupo sul-coreano publicou na Nature  que desenvolveu uma lente capaz de projetar imagens menores do que o conseguido até então.

Trecho da notícia, em tradução livre (feita por mim):

“A discussão é se minúsculas esferas são capazes de superar o chamado limite de difração, além do qual nenhuma lente pode, em teoria, funcionar.

Primeiramente definido em 1873 por Ernst Abbe, um físico Alemão, o limite de difração significa que mesmo com lentes perfeitas, é impossível definir detalhes menores do que a metade do comprimento de onda da luz que produz a imagem. No caso da luz visível, isso significa que objetos menores que algumas centenas de nanômetros nunca poderão ser vistos.”

E agora eles dizem que criaram essas superlentes que conseguem definir objetos menores do que o limite de difração. Ainda tem muita polêmica em volta disso, mas se saiu na Nature, eu acredito que tenha algum fundo de verdade. É esperar pra ver quando isso chega ao mercado.

Você pode estar se perguntando a utilidade dessa notícia. Já imaginou poder VER ao vivo e a cores coisas tão pequenas quanto virus, DNA e outras moléculas em ação? Fantástico!!!!!!

Veja a notícia aqui.

Visões Artísticas: Caçadores de Zumbi
Por Antonio Carneiro em 25/07/2009 - Categorias: visões-artísticas

E olha a série Visões Artísticas de volta! E neste post centramos o foco em um assunto que eu adoro: Zumbis. Na verdade, para não ser mais um simples post de zumbis, focamos nos Caçadores de Zumbis, porque uma boa história de mortos-vivos sempre envolve combates fantásticos contra um herói que faz de tudo para sobreviver e eliminar essa ameaça à raça humana.

E aí, quem seria o seu campeão, dentre os Matadores de Zumbi abaixo? Todos são bons, mas eu apostaria minhas fichas no penúltimo e no antipenúltimo (o Samuel L Jackson e a colegial samurai)

killer_hotness_by_dkainen

The_Bandito_by_TheBandito

Reluctant_Zombie_Killer_by_thousanium

zombie_killer_by_tommm9

Frisbee_Boy_Zombie_Killer_by_Anamated

Zombie_by_soulrailer

Zombie_killer_Saki_by_shonensan

Pulp_Zombies_by_pungang

Zombie_stomping_by_humon

Fontes: Killer hotness,thebandito, thousanium, tommm9, anamated, soulrailer, shonensan, pungang, humon

O incrível caso do homem que gosta de futebol
Por William Becher em 24/07/2009 - Categorias: futebol

Esse último domingo foi de muito sofrimento para um homem. Que não vestia vermelho, aliás. Nem o amarelo dos homens de preto da arbitragem. Faltavam alguns minutos para as 10h da manhã e era preciso tomar uma decisão: deveria ir ao grenal, mesmo sabendo de todos os problemas na entrada e na saída? Pagar 50 reais por uma cadeira e submeter-se à toda a insanidade dos aparatos de segurança antes de entrar? Os olhares desconfiados? As ameaças veladas?

Decidiu: ora bolas, era um baita jogo. Vestiu uma blusa preta e calça jeans e foi ao Olímpico. Pegou um T5, arrebatado de gremistas, no horário mais cedo. Foi de óculos escuros. O objetivo era ser discreto, não queria passar por nenhum constrangimento. Como sofre, o homem que gosta de futebol.

Sofre porque não há espaço para ele, principalmente aqui no Rio Grande do Sul. Ainda mais com essa história de associar todo mundo. Quem importa é o torcedor que vai lá pq gosta do clube, se veste todo de azul e vermelho, canta os 90 minutos. Tu tem que ter uma carteira dizendo que é colorado ou gremista para ir no estádio. Loucura. Por via das dúvidas, comprou as duas – ainda bem que está empregado. Para ver a final da Copa do Brasil, encarou uma fila absurda, cercado de gente que julgava ter direito divino a ver o jogo. Atrás dele, um rapaz tentava convencer o seu coração.

- “Tu tinha a camiseta reserva do Inter campeão de 1992?”
- “Não.”
- “Pois é, eu tinha. Número 9, do Gérson. Toda autografada, sabia? Eu vim aqui naquele jogo. Estava demais. E a camiseta do time campeão gaúcho de 94, tu tinha?”
- “Também não.”
- “Pois é, eu vim em quase todos os 58 jogos. Sou muito colorado, sabia? Pedia dinheiro para ver jogo na Coréia. É um absurdo isso que fazem com a gente. Deixar gente que não é assim, tão colorado, ir no estádio”

Um saco. Ele não é colorado. Só gosta de futebol. Só queria ver uma tremenda final entre dois timaços. Iria de camiseta vermelha, só para não encherem o saco, mas se Ronaldo fizesse um gol, sentiria uma enorme vontade de aplaudir. Não poderia, é claro.

Nesse grenal, o homem que gosta de futebol tinha decidido ir nas cadeiras. Grenal, só na cadeira, longe do tumulto, da polícia, etc. Como vai muito a jogos, já segue um padrão de comportamento. Aplaude efusivamente os carrinhos. Vibra com os chutes do time da casa. Cala-se quando o time adversário ataca. Quando a jogada é muito linda, como o gol do Nilmar, no máximo grita um “FDP”, para depois emendar silenciosamente, só para o seu coração, um “que golaço”. Ele dificilmente aprova atitudes intempestivas, como a loucura de D’Alessandro. Foi embora do estádio quando aquilo aconteceu, porque se sentiu obrigado a urrar junto com todos. Não era do seu feitio. Ele gostava de futebol, não de Wrestlemania.

Foram tantos grenais que ele se acostumou com tudo. Para evitar confusão, desistiu para sempre de ir com o carro; sempre chegava duas ou três horas antes. Para evitar os cachorros-quentes das terríveis copas, fazia um lanche reforçado logo ao chegar e arrematava com amendoins. Gostava de beber cerveja dentro do campo, mas a cerveja virou droga ilícita e altamente perigosa para todos. Para evitar os corneteiros que às vezes paravam ao lado dele para descontar sua raiva em algum jogador – o último perguntou por 18 vezes se ele não achava que “deveriam tirar o Tcheco” – rádio em alto volume, nem que seja só para ouvir música.

De uma coisa, porém, o homem que gostava de futebol não conseguiu se livrar. Das cobranças da esposa. Uma esposa consegue entender a paixão do seu marido pelo seu time. Afinal, o time chegou antes dela. Dificilmente, porém, consegue entender a paixão por futebol.

“Preciso comprar ingresso para Inter X Corinthians. Vou chegar na fila às 5h da manhã”
“Mas tu nem é colorado!”

Não foi diferente no grenal. Tinha feijoada na casa do sogro meio-dia. O sogro tem pay-per-view. Cenário perfeito para prendê-lo em casa, pensou a sua Nara Leão com açúcar e afeto. Qual o quê. Emendou um sanduíche com a mortadela quase vencida e recusou a feijoada. Só de raiva, a mulher nem deixou a cumbuca na geladeira. Congelou tudo e ainda tirou o toicinho, para dar aos cachorros.

É muito difícil gostar de futebol.

Luís Felipe dos Santos

Post copiado descaradamente do Impedimento, porque achei fenomenal.

Momento Confuso, digo, Confúcio
Por Antonio Carneiro em 24/07/2009 - Categorias: citacoes, editorial

  De longe, é difícil distinguir o choro do riso.

 faces

*  *  *

O jogo é viciado e as cartas marcadas. Os jogadores sabem disso, mas não podem parar de jogar.

cartas

*  *  *

Nós possuímos a chave para resolver a maioria dos nossos próprios problemas. Infelizmente, a chave é pequenina como uma agulha e nós vestimos luvas de boxe.

luvas-de-boxe

Só uma cervejinha…
Por Antonio Carneiro em 23/07/2009 - Categorias: bugiganga

O site britânico Firebox apresenta duas bugigangas para quem adora uma cervejinha.

O primeiro é o Beerdolier. Trata-se de uma bandoleira como aquela do Chewbacca ou dos filmes de cowboy, só que em vez de munição, você pode guardar suas latinhas de cerveja! A Beerdolier tem seis compartimentos de neoprene para alojar as latinhas, que na verdade podem ser também de refrigerante. Bem melhor que ficar carregando as latas em sacolinhas ou caixas desajeitadas, e ainda deixa suas mãos livres pra beber, comer uns belisquetes e abraçar a namorada.

beerdolier2

Legal!

beerdolier1

Nem tão legal...

A segunda bugiganga é a Beerbelly (barriga de cerveja). Feita de um “sling” de neoprene e um recipiente de poliuretano conectado a um tubo para se beber, o Beerbelly pode carregar até 2,3 litros de cerveja, refrigerante, água, café, sopa ou o líquido que você desejar. Com o pack opcional a bebida pode manter sua temperatura (fria ou quente) por horas. O recipiente tem uma abertura larga para adicionar gelo e facilitar a limpeza. Essa bugiganga, além de deixar suas mãos livres, permite esconder sua bebidinha, disfarçando-a embaixo das roupas como se fosse uma bela barriga. A vantagem? Entrar com sua própria bebida em locais que você não poderia, evitando pagar os preços exorbitantes nesses lugares, como num estádio de futebol, por exemplo.

beerbelly2beerbelly1 beerbelly3

Plugins do Firefox na vida real…
Por Matheus |O Degas| Paviani em 22/07/2009 - Categorias: humor, imagem

Acho que ficam meio pesados…
firefoxplugins

Fonte: makeuseof.com

Política, blogs, imprensa, justiça e democracia
Por Antonio Carneiro em 22/07/2009 - Categorias: blog, internet, política

Se você se interessa pelos assuntos citados no título do post, eu recomendo ler o texto postado no blog Visão Panorâmica, entitulado Nova Londrina, Democratas e uma Verdade Incoveniente.

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