happy accidents
Por Letícia Paviani em 19/03/2010 - Categorias: arte, fotografia

Estava dando uma olhada em uns blogs de assunto de moda, e no meio deles achei essas fotografias bem interessantes…

matt stuart é o autor destes “happy accidents”

Fonte: Da Groselha

Disney compra a Marvel
Por Antonio Carneiro em 31/08/2009 - Categorias: HQ, cinema, notícia

De acordo com notícia publicada nos sites Magic Bus e Folha Ilustrada, a Walt Disney Company adquiriu a Marvel Entertainment por 4 bilhões de dólares, pagos em dinheiro e ações.

Não é a primeira vez que Marvel e Disney estão juntas. Lembro na minha infância que a Editora Abril publicava as revistinhas do Tio Patinhas, Mickey e cia e também as de super-heróis (DC e Marvel).

Mas essa aquisição dá margem a especulações interessantes. Já imaginou crossovers em quadrinhos como Super-Pateta e Wolverine? Ou Professor Pardal fazendo upgrades na armadura do Homem de Ferro? A fada Sininho se uniria à Vespa e o Homem-Formiga contra o Capitão Gancho.

No cinema, o futuro filme dos Vingadores poderia incluir o Morcego Vermelho. No novo Hulk, ele seria perseguido pelo Mickey. O Super-Pato faria uma ponta no próximo filme dos X-Men, enquanto os Irmãos Metralhas seriam impedidos de assaltar a caixa-forte do Tio Patinhas pelo Homem-Aranha.

E a Disneylândia? Ganhará o setor Mundo Marvel, onde você pode andar entre mutantes, heróis e vilões? Construirão o castelo do Dr. Destino, com direito a um restaurante temático onde os atendentes estão vestidos como  o  Quarteto Fantástico?

Gostei dessa notícia… Agora a Maurício de Souza Produções poderia comprar a DC. Aí sim o Parque da Mônica iria decolar!

Hulk_and_Mouse_by_skulljammer
ilustração por skulljammer

7 de Setembro: Dia da Independência?
Por Antonio Carneiro em 31/08/2009 - Categorias: Brasil, cultura, dia comemorativo, polêmica

Não é novidade que a História apresenta diversas versões e interpretações para um mesmo fato, versões que podem mudar com o tempo. O que aprendemos quando erámos pequeninos na escola pode não estar valendo mais.

É claro que novas provas podem surgir a qualquer momento, mudando a concepção anterior. Entretanto, muitas vezes os fatos já eram conhecidos e a história que aprendemos muda assim mesmo. Por quê? Pois eles são apresentados de acordo com o interesse dominante de cada época. Enfocam um heroísmo particular, uma classe social, o acaso… Algumas vezes o que é ensinado acaba se enraizando tanto que fica difícil mudar a versão, mesmo que seja para torná-la mais próxima do fato real.

Independência

Aprendemos que a nossa Independência foi declarada por D. Pedro I, quando soltou seu brado retumbante às margens do Ipiranga no dia 7 de Setembro de 1822. Mas será que foi assim mesmo? Com o tempo, aprendi que muitas negociatas aconteceram até que a Inglaterra reconhecesse nossa Independência, passo fundamental para que o mundo também a aceitasse. A nossa dívida externa começou aí, inclusive. Acordos entre as classes dominantes, movimentos populares, interesses políticos, econômicos e sociais e até mesmo muita luta sangrenta ocorreu para que o Brasil de fato conquistasse sua Independência.

setedesetembro_cDessa forma fica difícil encontrar um marco único para essa comemoração. Mas o Homem vive de símbolos e precisamos de uma data específica para celebrar, realizar desfiles e cantar hinos. Por que o 7 de Setembro e não o 9 de janeiro (Dia do Fico) ou outra data? A wikipédia tem um bom texto sobre a independência brasileira, mas a cultura na internet não pode ficar só na  wikipédia, não é?

Abaixo reproduzo matéria que saiu na revista História Viva ano V n° 59 (editora Duetto), que procura explicar a escolha da data e mostrar como ela nem sempre foi a considerada mais importante. O texto está postado na íntegra, com subtítulos meus. O box publicado na revista, analisando o quadro de Pedro Américo, foi excluído. As reproduções das figuras e quadros que ilustram a matéria também não estão aqui. Se você puder comprar a revista, eu recomendo fortemente. Não é cara e você vai aprender muita coisa.

O texto original abaixo é de autoria de Cláudia Valladão de Mattos, professora de História da Arte no Instituto de Artes da Unicamp e autora de diversos livros. Esse texto inclusive me fez admirar a “história da arte”. Eu acreditava que servia apenas para, como o nome diz, estudar a história das manifestações artísticas. Mas ela é útil também ao utilizar a arte como ferramenta para estudar a história e suas versões construídas ao longo do tempo.

Leia mais …

Elefantes Camaradas
Por Antonio Carneiro em 27/08/2009 - Categorias: música, video

Não sei se chega a ser um “viral”, mas fui colocar esse vídeo infantil pra minha filha e a música nunca mais saiu da minha cabeça. Os elefantes se balançando na teia e chamando os amigos também ficaram muito fófis.

A letra? É em espanhol e começa mais ou menos assim:

Dois elefantes se balançavam sobre uma teia de uma aranha…
como a teia se resistia,
foram chamar um camarada…

Três elefantes se balançavam sobre uma teia de uma aranha…
como a teia se resistia,
foram chamar um camarada…

Aí vai acrescentando mais elefantes camaradas na sua teia!

YouTube Preview Image

Notícia comentada: Saidinha de banco
Por Antonio Carneiro em 25/08/2009 - Categorias: Brasil, Violência, notícia, perigo, política

Sempre acreditei que para resolver um problema basta existir a vontade de resolvê-lo. Claro que algumas questões são mais complexas que outras, mas o que quero dizer é que as pessoas assumem que certas coisas “são assim mesmo, não tem jeito, é a vida…” e assim o problema continua ou até se agrava.

bancoO golpe da “saidinha do banco” já é antigo e existe por todo o Brasil: o sujeito saca uma boa  quantia no caixa e logo na esquina do banco é abordado por ladrões que vão direto onde o cara guardou o dinheiro. Não precisa ser Sherlock Holmes para saber que existiam pessoas da quadrilha dentro do banco observando o movimento. Talvez o próprio caixa, o segurança ou alguém se passando por cliente.

Como os assaltos acontecem na rua, os bancos não dão a mínima. Jamais indicaram ter qualquer preocupação com a segurança dos seus próprios clientes.  Pelo menos os comuns, porque os VIPs são atendidos em áreas especiais, agências diferenciadas ou na própria casa. Eles devem acreditar que o problema da maioria dos  seus clientes deve ser deles mesmos ou então do governo.

E o governo, enquanto isso, faz o que os governos fazem melhor: nada.

Todos menos um: pelo menos o  governo municipal de João Pessoa, na Paraíba, saiu da letargia e aprovou e fez cumprir (essa parte é importante!) novas leis para dividir com os bancos a proteção de quem vai sacar dinheiro.

Desde abril, os bancos foram obrigados a ampliar o sistema de vigilância com câmeras: Toda agência tem que ter, no mínimo, três câmeras em torno do banco. Isso pode não impedir o assalto, mas pelo menos o meliante fica gravado e a polícia pode identificá-lo. Os próprios seguranças do banco podem chamar a polícia se avistar o bandido nas imediações.

Outra medida importante foi a instalação de painéis de quase dois metros de altura. A divisória separa o ambiente dos caixas e a fila de espera. O painel oferece mais sigilo e tranquilidade para quem vai sair do banco com muito dinheiro. Se o cliente ainda for assaltado em uma “saidinha” o cúmplice mais provável é um dos caixas  (ou uma das pessoas que estavam sendo atendidas, mas isso seria mais difícil).

Finalmente, a lei ainda proíbe o uso de celular na área de espera. Dessa forma, mesmo que ainda tenha algum mau elemento desconfiando de que alguém esteja sacando muito dinheiro, fica mais difícil ele avisar aos seus comparsas.

São três medidas simples. Tão simples que a gente acha que não devem surtir muito efeito. Entretanto, bastou essas medidas para que este tipo de crime em João Pessoa caísse cerca de 90%!

Atitudes simples podem resolver muitos problemas. A solução para este problema parece ter sido encontrada por João Pessoa. O que os outros municípios ou o próprio Banco Central estão esperando para tornar essas medidas nacionais?

Os bancos, infelizmente, só vão se movimentar caso sejam obrigados por lei ou se passarem a ser responsabilizados na Justiça, tendo que indenizar clientes assaltados.

Fonte da notícia: O Globo

O Amor supera qualquer barreira
Por Antonio Carneiro em 25/08/2009 - Categorias: charge, tirinhas

Love_overcomes_by_Starke_Haz

Fonte: Starke-Haz

DVDS de Star Trek: A Nova Geração
Por Antonio Carneiro em 24/08/2009 - Categorias: sci-fi, seriados

A gente nunca sabe se deve comprar logo um DVD recém-lançado antes que ele suma das lojas e fique esgotado por um bom tempo (às vezes para sempre) ou se espera para comprar mais tarde, quando ele não é mais novidade e o preço cai bastante.

Quem esperou para comprar os boxes da série Jornada nas Estrelas A Nova Geração se deu bem. O preço caiu muito. O Submarino os colocou em uma promoção fantástica, mais de 50% do desconto! De R$ 129,90 por R$ 59,90. Eles tem quase todas as temporadas: da 1ª até a 6ª estão disponíveis. A sétima (e última) temporada está esgotada para compra separada, mas como essa é mais recente, acredito que seja fácil encontrar em outras lojas.

Uma alternativa é comprar um pacotão com todos os sete anos do seriado. O custo individual é até um pouco mais baixo, R$ 57,12 por temporada. No total fica em R$ 399,90. Esse valor já assusta um pouco mais, mas se considerarmos que o Submarino divide em até sete vezes sem juros, fica mais fácil de digerir.

Se você gosta dessa série ou tem curiosidade, é uma ótima oportunidade para ter a coleção completa.

STTNG

E antes que alguém pergunte (ou acuse, porque na internet existem mais acusações  e julgamentos do que perguntas e dúvidas), este não é um post pago ou encomendado. Claro que se você comprar através dos nossos links, o blog receberá uma comissão, mas eu decidi fazer esse post porque adoro Star Trek e especialmente porque, como consumidor, aprecio quando alguém me avisa sobre uma boa dica de compra.

Nova Geração ano 1
Nova Geração ano 2
Nova Geração ano 3
Nova Geração ano 4
Nova Geração ano 5
Nova Geração ano 6
Nova Geração Completa

Uma história de amor
Por Antonio Carneiro em 23/08/2009 - Categorias: tirinhas

Uma pequena história de amor, contada através dos quadrinhos de John Rios (site e deviantart).

A_Love_Story_By_John_Rios

Momento Confúcio 6
Por Antonio Carneiro em 22/08/2009 - Categorias: citacoes, internet, polêmica

O problema de usar ironia na internet é que as amebas acham que tudo o que está escrito deve ser interpretado literalmente.

internet

A raiva é uma ladra que nos rouba os bons momentos.

O pensador

Quando eu era apenas uma criança, desejava ter a força e capacidade de voar do Super-Homem.
Quando eu me tornei um tímido adolescente, acreditava que a invisibilidade seria o melhor super-poder para mim.
Agora que sou um adulto responsável e realista… sonho em ter o poder do Multi-Homem, dos Impossíveis (eu preciso me dividir em vários: uma para trabalhar, um para curtir os filhos, outros para sair com a esposa, mais um pra aproveitar algumas horas de lazer…)

multiman1

Heroínas
Por Antonio Carneiro em 22/08/2009 - Categorias: HQ, mulheres, visões-artísticas

Não, o post não é sobre drogas. Mas explica porque muito marmanjo é viciado até hoje em histórias em quadrinhos!

Direto do DeviantArt, as ilustrações feitas pelo casal AdamWithers e ComfortLove: Women of DC e Women of Marvel.
(A propósito, não é emocionante uma esposa que em vez de reclamar da sua mania de ler revistas em quadrinhos, compartilha da sua “excentricidade” ?
)

The_Women_of_DC_Comics_by_AdamWithers

Women_of_Marvel_in_Color_by_ComfortLove


Bem, se os desfiles de “Miss Super-Amigos” acima ainda não o convenceu, que tal a galeria abaixo, de autoria do Steven Purtill?

Supergirl_by_Original_Bastard Supergirl___color_by_Original_Bastard

Power_Girl_Photo_Shoot_by_Original_BastardSilver_Age_Batgirl___Final_by_Original_BastardCommission___Starfire_by_Original_BastardDark_Phoenix_by_Original_Bastard

Fonte: DeviantArt

Vamos Privatizar a Dívida Pública?
Por Afrânio Souza em 20/08/2009 - Categorias: Brasil, economia, editorial, política

JustiçaA dívida pública que nos interessa é aquela que transita pelo poder judiciário. Milhares de ações transcorrem hoje na justiça em que o Estado é réu condenado por desapropriações não pagas, por indenizações trabalhistas individuais ou coletivas não atendidas ou por contratos não cumpridos. Para não desembolsar o pagamento devido governantes, através de recursos protelatórios, adiam indefinidamente o cumprimento das decisões judiciárias.  Praticam as mais indecentes chicanas processuais, buscando transferir a obrigação para os governos seguintes.

Os governos substitutos procedem da mesma forma, atulhando o judiciário e prejudicando os legítimos interesses de credores espoliados. Depois de longos anos de luta jurídica os processos chegam ao fim com a dívida inicial multiplicada várias vezes em decorrência de juros, honorários e penalidades por litigância de má fé. São os famosos precatórios. Esta dívida do poder público federal, estadual e municipal chega a bilhões de reais.

Os credores envelhecem, tornam-se milionários virtuais e miseráveis reais, sem recursos para pagamento dos processos enquanto os escritórios jurídicos e os intermediários de soluções esdrúxulas se tornam sócios majoritários de uma dívida com o dia de pagamento cada vez mais distante e a morte cada vez mais perto. Mesmo com ordem judicial para pagar sob pena de intervenção federal os governantes a desprezam, cometendo dois delitos: o de mau pagador e de desrespeito pela justiça contribuindo para o descrédito do judiciário perante a população. O Estado de São Paulo, o mais rico da federação, lidera a lista do deboche não pagando nem juros nem amortização desde 1999, isto é, há 10 anos.

É possível privatizar esta dívida pública?

É possível os governos limparem esta mancha de maus pagadores sem gastar um centavo do erário? Haverá no mercado investidores tresloucados capazes de comprar esta dívida que terá como beneficiados credores descrentes e, sobretudo os políticos que encontrarem e aplicarem a solução para o problema?

Sim. É possível privatizar esta dívida pública e certamente esta é uma espécie de privatização que até o PT lutaria por ela, pois beneficiara milhares de brasileiros credores de precatórios trabalhistas, depositaria milhões de votos nas urnas e elegeria muitos políticos.

O Estado brasileiro, nos três níveis de administração (federal, estadual é municipal) é ao mesmo tempo o maior devedor e o maior credor do setor privado.

Falamos da dívida. Vamos apresentar agora os créditos.

O governo federal luta na justiça para receber dívidas fiscais de impostos federais, de contribuições devidas ao INSS, penalidades aplicadas por órgãos fiscalizadores Receita Federal, CADE, CVM, Ibama, etc. Muitas vezes estas dívidas são renegociadas com o setor privado em diversos tipos e modalidades de REFIS, nunca pagos, permanentemente renegociados e sempre protelados. Os governos estaduais são também credores de altos valores decorrente de ICMS, a principal renda dos estados. E as prefeituras são credoras dos tributos municipais como IPTU e ISS. Estes créditos somam bilhões de reais.

Os devedores privados pessoas físicas e jurídicas, principalmente por falta de recursos, tratam o Estado da mesma forma como ele trata seus credores privados. Através de longas demandas jurídicas, usando os mesmos processos aplicados pelo Estado adiam, protelam e não pagam.

“Menos com Menos dá Mais”

O poder público e a iniciativa privada estão diante de um dilema em cuja solução cabe a aplicação do principio matemático em que menos com menos resulta mais.  Muitos devedores estarão dispostos a pagar e até mesmo a liquidar a dívida com o Estado se lhes fosse dado um desconto que reduzisse a dívida a proporção de sua capacidade financeira. Muitas empresas em estado falimentar e sem comprador devido ao seu passivo fiscal poderão ser negociadas. Por outro lado, os credores dos precatórios estão dispostos a dar bons descontos que permita receber seu crédito à vista enquanto ainda estão vivos.

Há, portanto, condições de se criar um programa de Privatização da Dívida Pública através do qual o Estado aceite em pagamento de seus créditos junto ao setor privado valores da sua dívida adquirida no mercado pelos devedores.

Embora fácil de entender o grande benefício desta proposta, sua implantação exige o cumprimento de regras legais, de segurança de administração do processo que envolverá instituições públicas e privadas.  Será a repetição do programa de privatização realizado com sucesso na década de 90.

Como funcionaria a Privatização da Dívida?

O programa pode ser assim resumido: O BNDES, o CETIP e a Bolsa de Valores – pela participação e contribuição que tiveram na privatização – serão os atores do projeto. Ao BNDES caberá estabelecer e coordenar as regras básicas do programa, definindo quais dívidas do poder público serão aceitas como moeda para pagamento dos créditos do Estado (INSS, Refis, etc.). A fim de estimular a compra preferencial das dívidas conhecidas como precatórios alimentares, seria estabelecido que os créditos do Estado pagos com esta dívida sofrerão um desconto ou deságio em favor do pagador.

bovespaA dívida do Estado aceita como pagamento seria controlada pelo CETIP, que já realizou esta função no programa de privatização. Uma vez custodiada no CETIP, os certificados seriam leiloados em Bolsa pelos credores ao preço de mercado com pagamento à vista. Credores que desejassem receber mais rapidamente poderão dar desconto ou deságio em favor do comprador. O mercado rapidamente estabelecerá o valor real de cada crédito.

Os compradores desses títulos de dívida pública seriam os devedores do Estado ou investidores que desejassem adquirir empresas com elevado endividamento fiscal. Ao tornar-se credor e devedor do Estado simultaneamente, o arrematante do crédito apresentará o certificado ao Estado,  que dará baixa tanto em sua dívida quanto em seu crédito junto ao setor privado.

Como dissemos antes, embora muito simples, esta proposta exige regras pré-estabelecidas bastante claras, controle detalhado das operações e experiência dos profissionais para executar o programa. Onde estão agora os profissionais do BNDES que coordenaram o programa de privatização?  Material humano o Governo Federal já possui. Em 2010 haverá eleições presidenciais. Aí está um bom projeto para os candidatos.

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

Powered by WordPress | Blue Weed by Blog Oh! Blog - Modificado por NewsErrado.com | Posts (RSS) e comentários (RSS).