Uma sinopse de um argumento para um roteiro fictício

Que tal um filme chamado White Mausoleum, que no Brasil se chamaria Presidência Fatal? A história: Quando republicanos e democratas falham miseravelmente na tentativa de estabilizar  a economia americana e mundial, o desespero e o caos tomam conta do país. Um cientista polêmico, que oscila entre o genial e o insano, propõe trazer de volta ao comando do país um verdadeiro herói, um líder nato, respeitado pelos amigos e temido pelos inimigos: Abraham Lincoln.

De posse do DNA do ex-presidente (um fio de cabelo foi encontrado em sua cartola), o cientista recria aquele que traria ordem ao caos, esperança na escuridão.

Inicialmente, é exatamente isso que ocorre, mas aos poucos, descobrimos que o clone, embora seja fisicamente igual e tão inteligente e carismático como seu original, tem uma agenda própria. E compaixão não está no cardápio.

Honest Abe (agora chamado de Horror Abe) logo mostra sua nova e aterrorizante face, quase levando o país a uma nova guerra civil. Os ataques terroristas triplicam, e a nação se torna mais beligerante do que nunca.

O que saiu errado? Uma sabotagem no laboratório? Talvez o problema fosse na amostra do DNA, que era muito antiga. Ou o clone não possuiria alma, sendo uma versão psicopata ou mesmo demoníaca do original…

Agora, o cientista, um major da Força Aérea e uma sexy estagiária da Casa Branca formam nossa última linha de defesa contra o apocalipse nuclear.

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A continuação, White Mausoleum II, The Bloody Office (Sangue na Casa Branca II), seria rodada simultaneamente, para economizar dinheiro. O cientista ainda defende sua idéia de trazer um herói de volta, alegando que a experiência anterior foi um sucesso, falhando apenas por um ou outro pequeno detalhe. Alguns militares são contra, outros a favor, mas de qualquer forma, era tarde demais, secretamente ele já tinha seu segundo protótipo de ex-presidente pronto: John F. Kennedy.

Clonado a partir de fragmentos do cérebro encontrado na bala que o matou, Neo Kennedy traria a prosperidade de volta a América.

Porém esse filme, ao contrário do primeiro que tinha pretensões de ser mais sério, assume desde cedo seu lado B (ou Z): Neo Kennedy começa a se degradar rapidamente. Em menos de seis meses que está no governo, sua capacidade cognitiva reduz quase a de uma criança. Em 9 meses, ele se transforma em Zombie Kennedy!

kennedy zumbi

Nosso trio de heróis agora enfrenta uma epidemia zumbi se espalhando pelo mundo, através de generais e diplomatas que visitam a sede do governo americano. Para contê-la, somente invadindo o ninho da besta: a própria Casa Branca.

Ao final do filme, o cientista revela que embora suas intenções fossem boas, ele jamais poderia ter usado Lincoln ou Kennedy em suas experiências. Embora heróis americanos, cada um deles viveu em tempos conturbados e responderam à pressão de forma belicosa. Mas ele tinha uma solução: abrindo a porta do seu laboratório, adentra um clone reencarnado de… Mahatma Gandhi!

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A terceira parte da trilogia, no entanto, jamais foi produzida. Injustiça…

Gandhi vai a guerra

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Comentários do Blog

2 Comentários

  1. […] de escrever Presidência Fatal: Sangue na Casa Branca, uma sinopse para uma trilogia fictícia de cinema, pensei em criar sinopses para séries que não […]

  2. Mario Jorge disse:

    uhahuahua
    Você enlouqueceu de vez.
    Agora só com a camisa de força.

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