Como guardar gatos de forma organizada
Por Matheus |O Degas| Paviani em 09/02/2010 - Categorias: arte, imagem




Pela cara deles, parece que organizados eles ficam #maus.




Pela cara deles, parece que organizados eles ficam #maus.
Faz tempo que eu não dou as caras por aqui. Então, (Tonho) agradeça ao sinal da Via Embratel que caiu e ao fato de estar passando Alma Gêmea na Globo. Resolvi fazer um post sobre cueca. Sim, cueca.
Não sabia, mas no Chile, segundo o Jaca Paladium, cueca é um estilo de dança. Não me surpreendeu tanto quanto me apresentaram o kuduro. Na verdade, não me surpreendi. Apenas me senti constrangida em ter que ouvir a palavra kuduro.
Falando em kuduro, a palavra cueca também deriva de cu, não sei porque já que confere atenção especial ao piu-piu (aquela costura diferente na parte da frente). Enfim…
Os homens (eu disse homens) deveriam se preocupar mais com o estilo de cueca (sunga) que usam. Eu particularmente me amarro naquelas boxers. Não quer dizer que todos os homens deveriam utilizar somente esse tipo de cueca (só aqueles que namorarem comigo!), mas que existe outras possibilidades além daquela comum.
Mas, se você não abre mão do seu modelo favorito de cueca: que tal apostar em novas cores, tecidos diferentes e acabamentos mais modernos? Nada de cueca do Mickey ou do Batman, a não ser que você tenha menos de 10 anos de idade.
Só isso.
Feliz 2010. E aproveite as promoções e as queimas de estoque que acontecem em janeiro e fevereiro.

Bonecas Kokeshi, nova mania
Saiba mais em: Kokeshi
Veja também: Uma caneca cute-cute e mágica!

Faz tempo que eu não escrevo nada por aqui. Mas, a causa é justa. Não é por falta de tempo, nem porque meu notebook quebrou, muito menos por causa do Speedy! Mas, porque meus escravos anões que tem idéias mirabolantes para postagens morreram de gripe galopante, depois de tomarem litros de sorvete de flocos com ovomaltine! Bem que eu avisei para não exagerarem, enfim…
Mas, trago uma novidade: um novo blog. Não desisti desse NewsErrado não, ainda não! É que fui numa palestra da Unisinos e a diretora de Internet da RBS acabou propondo um desafio para o pessoal: criar um blog com 3 post e mandar para eles. A idéia é ser um blog com um nicho que a RBS ainda não tenha explorado. Daí fiz o Esmalte da Semana e mandei.

A resposta veio hoje e como eu já tinha previsto no primiero post, a falta de um nicho específico fez com que não escolhessem meu blog, apesar dos posts serem bons e interessantes até mesmo visulamente. Uma pena mesmo, pois o grande vencedor ficaria seis meses usando o servidor da RBS, ganharia uma certa divulgação além de darem uma idéia inovadora para o grupo assim na boa!
Nem sei se bati na trave, mas pelo menos acabei criando um blog prá lá de sem noção a começar pelo nome: Esmalte da Semana. Se eu fosse você passava por lá mesmo não tendo o Antônio, nem o Matheus, muito menos o William ou o Alexandre. Só tem eu mesmo!
Tudo bem, o assunto do momento é a gripe suína, ou melhor a influenza A (H1N1) . Mas, não é isso que me assusta. Atualmente, por causa de um disciplina sobre Debate Histórico Contemporâneo que estou fazendo, comecei a ler algumas coisas sobre História das Mulheres e descobri que não sou feminista, embora compactue com algumas posições desse movimento.

Calma, não vou queimar soutiens, nem quebrar os saltos das sandálias! Mas, já prestaram atenção que muito do discurso feminista ou dos discursos em defesa das mulheres, nem todos que fique bem claro, apenas inverte a relação de poder existente em nossa sociedade?
Em vez de tentarem se questionar como essas hierarquias entre homens e mulheres foram construídas e tentar achar uma “solução” para minimizar isso, o que fazemos? Passamos a reproduzir essa relação de maneira inversa, quero dizer, colocamos na possibilidade do trabalho fora de casa e na cosntrução da carreira a nossa liberdade.

Para isso, alguns aspectos que seriam considerados femininos, para nossa sociedade ocidental, passa a ser considerado de menor valor, como a maternidade, o trabalho doméstico e a vaidade. Passamos a nos aproximar do mundo masculino, a usar calças, terninhos e cabelo curto, ocupar cargos de liderança dentro das empresas, a fazer sexo casual e fumar charuto, achando que com isso definitivamente conquistamos a nossa independência e liberdade. A troco de quê?
Salários mais baixos e a famosa dupla jornada de trabalho, além do trabalho fora de casa, temos que cuidar da casa, mesmo quando temos uma empregada que faz isso para gente. Um exemplo interessante foi a assinatura de uma lei que promove a igualdade salarial entre homens e mulheres nos Estados Unidos nessa semana que passou. O presidente Barack Obama, sem entrar em discussões de genêro, apenas disse:
“É muito simbólico que o primeiro projeto de lei que assino fale de um dos princípios fundadores deste país; que somos todos iguais e que cada um pode perseguir a sua própria versão de felicidade” (Fonte: Folha Online – Mundo)
Além de fazermos o mesmo trabalho, muitas vezes de maneira mais competente e, algumas vezes, com mais qualificação, ainda é necessário que um projeto de lei seja assinado para conferir igualdade salarial entre homens e mulheres que fazem o mesmo serviço!

Conseguir a “prórpria versão de felicidade”, é aí que eu gostaria de chegar. É isso aí que todos nós deveríamos buscar. E não apenas consumir ou assumir um papel imposto por um grupo ou mesmo por nossa sociedade. É bem certo que muitas vezes devemos dançar conforme a música, mas isso não quer dizer que para ser feliz, se sentir livre e independente, eu deva buscar um cargo de liderança numa empresa, construir uma carreira e me distanciar de tudo o que seria considerado “feminices” ou de “mulherzinha”: filmes românticos, roupas da moda, coisas cor-de-rosa, bonecas e o “príncipe encantado montado num cavalo branco”.
Não julgo quem faz essa opção de alienada ou “Amélia”. Desde que faça isso de maneira crítica, consciente da situação, não achando que isso seja uma coisa natural, determinante da essência feminina, algo como a mística feminina (qualquer semelhança com o nome do livro, não é mera coincidência). Um exemplo? Filmes e seriados, como Sexy And The City, que focam o estatuto da mulher nos anos 90-2000, mas isso é assunto para um outro post que virá em breve!
Observações:
1 – [Post resposta ao Nódoa do Universo: "Faz-se uma dona-de-casa", que é bem legal por sinal e faz pensar!]
2 – [Veja também: O Diário Meu amoóór da Sra. Joven Nerd. Quem acompanha o Nerdcast vai entender a crítica à vida meu amoór e serve como introdução para os próximos posts meus! Divirta-se, tá f*da o vídeo!)

Sempre a mesma coisa. Na semana em que o Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana, se matou tem um especial na TV. Na MTv ou Multishow ou qualquer outro canal musical.
E a velha questão sempre retorna: onde estão os ídolos do rock’n'roll? O grunge como a salvação da cena roqueira dos anos 90 e o Kurt Cobain como o último ícone verdadeiramente transgressor, rebelde e blá blá blá blá.
Mas, morreu! Pronto! Morreu, sim! Aguente isso…o grunge também acabou, sabia?! Pois é, acabou! Conviva com isso…e espero que ano que vem não tenha mais nada disso, oras bolas! Sabe o que é pior? Em dezembro, tem a semana especial Beatles e John Lennon…eita mundo besta!
Quem é fã, entendeu o porquê desse vídeo! =P
Depois de acordar as seis da manhã para assistir a uma corrida de F1 surreal … é surreal, sim! Só dando uma risadinhas com essas piadinhas! ^^
Bons tempos de Pokemon!

Isso é a Evolução!!!

Piada da semana:
(Leitor, se você não entender, tudo bem! Meu irmão teve que me explicar!)
Estavam brincando de esconde-esconde : Einstein, Newton, Pascal, Galileu Galilei entre outros grandes nomes da Física.
Era a vez de Einstein tampar a cara e começar a contar enquanto os demais se escondiam.
Todos conseguiram um esconderijo com exceção de Newton, que sobrou.
Tentou Newton se esconder atrás do sofá, mas levou um “chega pra lá” de Pascal:
- Porra, eu já to aqui, vai se esconder em outro lugar.
Tentou então se esconder atrás da cortina mas lá estava Galileu.
Sem opção de esconderijo, Newton pegou um giz e desenhou um quadrado com arestas iguais a 1 metro no chão da sala, e ficou ali em cima do quadrado.
Einstein termina a contagem e de cara encontra Newton:
- Porra Newton, já te achei cara, você não se escondeu não?
- Opa!!! pera aê, mas eu sou Pascal!!!
:S
Alguém, alguma vez, já disse que não valorizamos o que temos. É bem verdade: depois de dois meses viajando e morando no Rio Grande do Sul, descobri um programa que passa nas madrugadas. Studio Pampa, da Tv Pampa.
O programa é bem ruim, sim. Reúne tudo o que é mais tosco nos programas de auditório, como: Domingão do Faustão, Domingo Legal, Programa Silvio Santos, Caldeirão do Huck, Chacrinha, Bolinha e etc. e tal. Mas, de tão ruim o Studio Pampa acaba sendo bom de assistir.
Mas, algumas coisas ainda são pouco acessíveis a minha mente insana como, por exemplo, o Quizz feito entre as garotas. As perguntas são idiotamente fáceis e, a grande questão, qual o objetivo da disputa? Apresentadoras versus apresentadoras? Como assim?
O melhor, no entanto, é a desenvoltura das garotas diante da câmera: a Pampacat desanima no final da dança, as apresentadoras arrumam o cabelo usando a imagem no monitor e sempre fazendo caras e bocas. Mas, como eu disse, é um programa que rende boas risadas durante a madrugada! Eu recomendo (com moderação) o programa Studio Pampa.
O melhor show do ano já aconteceu. Foi no RJ e em SP, nesse mês de março. Além do Radiohead, teve uma revival do Los Hermanos (antes fosse Little Joy
) e o show fodástico do Kraftwerk!
Suada, amassada e quase pisoteada por uma centena de emos pré-adolescentes que descobriram a banda inglesa no final do ano passado…apesar dos pesares, eu consegui ouvir Karma Police ao vivo! Como disse, consegui ouvir!
Quando cheguei em casa, pensei em procurar o vídeo da apresentação e prestei atenção na diferença dos sotaques no coro dos fãs paulistas e cariocas. Ficou bem maneiro, prestem atenção e se quiser cante junto com o nosso amigo torto Thom Yorke:
KarRrRma Police! (apresentação em São Paulo)

Karrrma Police! (apresentação no Rio de Janeiro)

Letra:
Karma police, arrest this man, he talks in maths
He buzzes like a fridge, hes like a detuned radio
Karma police, arrest this girl, her hitler hairdo, is making me feel ill
And we have crashed her party
This is what you get, this is what you get
This is what you get, when you mess with us
Karma police, Ive given all I can, its not enough
Ive given all I can, but were still on the payroll
This is what you get, this is what you get
This is what you get, when you mess with us
And for a minute there, I lost myself, I lost myself
And for a minute there, I lost myself, I lost myself
For a minute there, I lost myself, I lost myself
Bem, a toalha da Pucca e do Garu que eu tanto escrevi que ia fazer, acabei não fazendo. Por duas simples razões: a primeira, e também, a mais forte, é a falta de habilidade. A segunda, é que, geralmente, minha vontade de fazer coisas do mundo doméstico feminino, tais como bordado, crochê, tricot (sim, eu sei fazer tudo isso aí!), nunca duram mais do que uma tarde. Dessa forma, os trabalhinhos devem ser bem simples, o suficiente para ser feito numa “sentada”, como costumamos dizer no interior de São Paulo.
Mas, com a Dona Beatriz, a mãe do Hamilton, a coisa é diferente. Acho que de tanto eu elogiar o bordado que ela fez numa toalha de mesa e nas toalhas de banho do meu querido, ela acabou bordando uma toalha só para mim! Com direito a florzinha, nome e babadinho! Dá uma olhadinha nas fotos, ficou bem massa, não?!
Ah! Para quem ficou curioso, o nome do ponto é ponto russo.
Olha aí…estou pensando em fazer um para minha sobrinha, Isabelle, já que vou ganhar uma toalha com meu nome, cheia de flores!!! Vamos ver qual vai ficar mais bonita, heim!?!? hehehehe


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