West Side Story

Essa música é de West Side Story (Amor Sublime Amor). Confesso que nunca vi o filme inteiro, mas adoro a música e esta cena em particular. Embora o filme seja antigo, de 1961, o tema é mais atual do que nunca. Preconceito, imigração, diferenças sociais e econômicas.

Curta esse video com um trecho do diálogo sobre o assunto e a música que vem em seguida, America. O video tem legendas em inglês.

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10 de August de 2008 | Deixe um Comentário

Politicômetro

Teste da VEJA…

O politicômetro é um teste de opinião que o situa no campo das liberdades individuais e da relação entre o estado e a economia. Com a ajuda do sociólogo Alberto Almeida, VEJA preparou um questionário com vinte perguntas. Assim que terminar de respondê-las, você saberá a sua posição política em um quadrante que tem como eixos os extremos esquerda-direita e liberal-antiliberal.

Clique no link, faça o teste e deixe seu resultado para a gente te zoar bastante!

http://veja.abril.com.br/idade/testes/politicometro/politicometro.html

O meu resultado (pode zoar!!!): Esquerda liberal, uau!

1 de August de 2008 | Deixe um Comentário

Curiosidades sobre as Eleições de 2008

Claro que me refiro especificamente à eleição presidencial dos EUA, que é a que interessa. Aqui teremos apenas mais gente corrupta roubando, mentindo e falando bobagem.
Bem, a verdade é que lá também.
Mas os nossos prefeitos não tem poder de influir na economia global, invadir países ou lançar mísseis termonucleares de destruição planetária. No máximo eles trocam as placas de rua, proíbem outdoors e inventam alguma lei idiota pra chamar atenção.

Então, vamos às curiosidades, retiradas e traduzidas em sua maioria da Wiki americana (inclusive desse artigo) e com comentários em itálico retirados da minha cachola.

- As eleições federais são sempre na terça-feira que segue a primeira segunda-feira de novembro. Assim, este ano elas serão em 04 de novembro.
Que complicação, mas americano adora essas datas móveis: é feriado na terceira segunda-feira de janeiro, última segunda-feira de maio, quarta quinta-feira de novembro, etc.


- O mês de novembro foi escolhido em 1792. Nesse mês a colheita já terminou e as tempestades de inverno ainda não começaram. O dia não podia ser um domingo pois era “Sabbath” e nem segunda-feira porque isso poderia exigir que se viajasse no Sabbath. Então, acabou ficando a terça-feira.
Curioso e interessante. Mas não muito moderno, né? Agora, em pleno Século XXI, podiam instituir um “Election Day” fixo baseado em algum conceito um pouquinho mais atual e em sintonia com os EUA do presente.

- Não é feriado na maioria dos estados. Alguns permitem que o eleitor saia para votar e retorne ao trabalho, sem nenhum prejuízo ou desconto de salário. Mas outros, como a Califórnia, não dão colher de chá: alegam que a pessoa pode votar antes ou depois do horário de trabalho.
Olha aí uma das razões pelo índice de comparecimento às urnas americanas ser tão baixo. Lembrando, é claro, que nos EUA não é obrigatório votar. Bem, nem aqui. Somos obrigado a comparecer na Seção Eleitoral e usar a urna, mas não precisamos ajudar a eleger nenhum sem-vergonha.

- É a primeira vez desde 1928 que um atual presidente ou vice-presidente não estão entre os candidatos.
Caramba, falando em Continuísmo e poder da Máquina Governamental…

- Quer seja republicano ou democrata, este será o primeiro presidente eleito nascido fora do território continental dos EUA. Obama nasceu em Honolulu, no Havaí e McCain nasceu em Coco Solo, numa base militar americana no Canal do Panamá.
Realmente essa eleição tem uma série de elementos inéditos na História. Isso é bom. Ah, e enquanto Obama passou a infância curtindo a praia, ondas e gente alegre, o McCain já respira militarismo desde o nascimento!

- Obama, nascido de mãe branca e pai negro (queniano), seria o primeiro presidente negro e mestiço.
Considerando que o mundo não é inteiramente branco, anglo-saxão e protestante, é interessante um candidato que sente na própria pele o que é a diversidade, conhece outras culturas e sabe o que é sofrer preconceito.

- McCain, com 72 anos de idade, seria o homem mais velho a assumir o primeiro mandado (Reagan tinha 73 ao assumir o segundo mandato).
Imagina que ao término do segundo mandato ele teria 83 anos. Eu não quero estar nesse planeta caso o cara fique senil e de posse do poderio militar e econômico mais poderoso do mundo… Ah sim, e por via das dúvidas é bom ver também quem é o candidato a vice-presidente dele.

- Pela primeira vez na história, ambos candidatos são atualmente senadores da república. McCain seria o primeiro presidente do Arizona e Obama o terceiro de Illinois (os outros dois foram Abraham Lincoln e Ulysses S. Grant).
Pessoal famoso esse de Illinois… Será que num futuro distante a foto do Obama também iria parar nas notas de dólar?!

- Este será o terceiro senador a se eleger presidente da república. Os outros foram Warren G Harding e John F Kennedy.
Grande Kennedy, Grande War… queem?!
Interessante que se for eleito, o Obama terá algo em comum com o Kennedy e com o Lincoln. Hmm… se eu fosse ele faria um seguro de vida.

- Na verdade são 12 candidatos, pois existem partidos nanicos que jamais tiveram qualquer chance e são completamente ignorados. Conheça-os aqui.
Democracia, liberdade, mas nem tanto… O sistema, atrás de sua tosqueira esconde a perpetuação do poder pelos que já o detém. Os cachorros grandes não querem nenhum gatinho ou hamster brincando no quintal deles.

- Os eleitores votam em 04 de novembro, mas é somente em 15 de dezembro que o Colégio Eleitoral realmente escolhe o presidente.
Não aceito essa história: a “maior democracia do mundo” tem eleições indiretas!! Aliás, o sistema dele é extremamente absurdo como um todo. Coisa mais tosca eu não conheço. Claro que não é por acaso, envolve uma grande briga por poder.

- O presidente eleito assumirá o novo mandato em 20 de janeiro de 2009, o chamado Inauguration Day.
Exatamente no dia de São Sebastião!

- Para conhecer outras diferenças entre os candidatos mais importantes, como profissão, educação, programa de governo, entre outros, acesse esse link.
Uma diferença importante: o McCain tem nome de herói de filme de ação, como o John McClane (interpretado pelo Bruce Willis em Duro de Matar), enquanto o Barrak Hussein Obama não podia soar mais terrorista do que isso! Traduzindo: considerando o nível médio americano, a coisa tá feia pro candidato Democrata!

28 de July de 2008 | Deixe um Comentário

O mapa-mundi segundo o New York Times

A imagem abaixo representa o mapa-mundi, colorido conforme o número de vezes que determinado país foi mencionado no jornal.

Parece que desconhecem a Groelândia… (valeu pela correção, Feijó)

very small array » Hats off to Greenland

24 de July de 2008 | Deixe um Comentário

E em ano de eleição…

Politico

“… e deixem-me dizer que vocês tomaram a decisão correta ao me eleger.

Nota-se que são pessoas que sabem do que necessitam.”

20 de June de 2008 | Deixe um Comentário

Charges do Duke

Já postei algumas charges do site do Duke, que vale a pena uma visita regular. Abaixo alguns exemplos do bom trabalho do autor:

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19 de December de 2007 | Deixe um Comentário

Fim de semana de surpresas. Boas surpresas.

O Brasil conquistou o Bicampeonato da Copa do Mundo de Volleyball.

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A seleção brasileira de volei sagrar-se campeã não foi surpresa, embora tenha enfrentado algumas partidas difíceis, como a última. Claramente o nível do time é excelente e merecia o campeonato. A forma como isso ocorreu, no entanto, é que foi surpresa: O quarto set estava dando Japão de lavada: eles tinham 7-2 no placar. Foi quando os juízes perceberam que os japoneses haviam errarado no rodízio dos jogadores. Como determina a regra, os pontos da equipe foram zerados e o set recomeçou com o placar de 2 a 0 pro Brasil. Os samurais do volei ainda reagiram, mas não conseguiram evitar a vitória da seleção tupiniquim, por 3 sets a 1.

 

Vitória do Não na Venezuela

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O povo da Venezuela finalmente perguntou ao Chavez “Por que no te callas?”. Com 50% de abstenção, os votos válidos contra a reforma da constituição proposta por Hugo Chavez totalizaram apertados 51%, mas foram suficientes para derrotar os chavistas. O presidente venezuelano estava tão confiante em sua vitória que já tinha declarado que iria respeitar o resultado do plebiscito e esperava que a oposição fizesse o mesmo.

Corinthians cai para a Segundona

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O Campeonato Brasileiro finalmente terminou, e na última rodada descobrimos que o Corinthias acabou mesmo caindo pra segunda divisão. A surpresa pelo rebaixamento é que achava que algum tapetão não deixaria isso acontecer, devido a interesses econômicos. Entretanto, se pensarmos melhor, veremos que não é de hoje que os empresários descobriram que podem tornar a segundona lucrativa e interessante. Outros times grandes já foram rebaixados, e suas torcidas continuaram indo aos estádios, dando força aos times, enfim, viabilizaram um campeonato inteiro. Quando era disputado apenas por Quixeramobim do Norte F.C.,  Desportivo Fim-do-Mundo-City e XV de Piracicabuçú era um desperdício de tempo e dinheiro.

 

 

3 de December de 2007 | Deixe um Comentário

Declaração de Isento 2007

Post Rápido.

Hoje é o último dia de fazer sua declaração de isento junto a Receita Federal. Faça logo, e não corra o risco de perder seu CPF.

Link da Receita para Declaração de isento:

 

É necessário o número do Título de Eleitor, que você pode obter no site do TRE de seu estado.

30 de November de 2007 | Deixe um Comentário

Lula jogando uma pelada

Calma, não é mais um escândalo no nosso país. É apenas uma brincadeira que alguns desocupados rapazes fizeram no jogo Winning Eleven. Colocaram o Lula na seleção brasileira. Confira como seria a partida:

13 de November de 2007 | Deixe um Comentário

Fica CPMF! Fora Sonegação!

Em Boa Companhia

Não sou uma voz única no deserto e nem tampouco estou louco. Depois do meu grito para que a sociedade acorde e não se deixe manipular pelos sonegadores que parasitam o Brasil, outras vozes começam a se levantar contra o fim da CPMF, como o jornalista Guilherme Cardoso e meu colega economista Marcio Pochmann, presidente do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

Infelizmente, acho que a CPMF tem pouca chance de sobreviver ao ataque pesado dos sonegadores no Congresso, e se algo restar dela, dificilmente terá a mesma eficiência que apresenta hoje. Sem falar que o país ainda terá que pagar o velho custo do Toma Lá Dá Cá (ou “É dando que se recebe”).

Mas como meu objetivo é informar e conscientizar, diminuindo o poder de manipulação dos “Poderes que Valem”, sinto-me no dever de republicar o artigo do Márcio Pochmann que saiu hoje na coluna Opinião do jornal O Globo. Em outros posts pretendo abordar os artigos do Guilherme Cardoso.

O Outro Lado da CPMF - por MARCIO POCHMANN

A discussão proposta até o momento sobre a CPMF produz muito calor, porém, lança poucas luzes sobre as enormes ineficiências e injustiças praticadas pelo atual regime tributário no Brasil.

Percebe-se, por exemplo, que, em geral, as questões formuladas sobre a CPMF — em torno do aumento na carga tributária, do caráter cumulativo da cobrança, da inércia frente à progressividade e de sua parcial aplicação na saúde — são de uma pobreza franciscana.

Como atribuir tanta responsabilidade a um tributo que respondeu em 2006 a apenas 4% do total da carga tributária bruta do país? Além disso, no primeiro governo Lula, o crescimento real da CPMF foi de 14,5%, bem menor que o aumento da carga tributária no período, que foi de 22,6%, e menor ainda que o aumento de 26,2% na carga tributária durante o segundo governo FHC, de 1999 a 2002. Inferior também ao aumento da receita de tributos estaduais e municipais como a do IPVA (+28,5%), do ICMS (+18,3%) e do ISS (+41,1%).

Quanto ao fato de a CPMF ser um tributo proporcional à renda, claro que o ideal seria que os mais ricos pagassem mais. Mas, diante da estrutura regressiva da tributação brasileira, ser pelo menos proporcional já soa como aspecto positivo.

Afinal, vive-se uma enorme regressividade de impostos, que oneram mais os pobres que os ricos. Vamos aos números: para os 10% mais pobres da população, o peso da tributação equivale a 32% do rendimento.

Enquanto que na outra ponta da pirâmide, para os 10% mais ricos, a carga tributária chega a 21% da renda.

Ou seja, um terço do salário dos mais pobres é engolido pelos impostos, enquanto os ricos sofrem uma mordida bem mais mansa, de apenas um quinto dos rendimentos.

Nesse sentido, valeria muito mais a discussão a respeito da escassez de tributos sobre riqueza e herança, bem como sobre as debilidades dos tributos diretos e indiretos no país. Por exemplo, como pode o tributo nacional sobre a terra perder 29,4% da receita, em termos reais, de 1999 a 2006? Por fim, é importante o questionamento sobre a flexibilidade no uso da CPMF para outros fins que não a saúde. Mas valeria, certamente, muito mais uma discussão a respeito da DRU (Desvinculação das Receitas da União), que ceifa 20% da receita vinculada.

Esse iníquo mecanismo retira recursos da área social, bem como permite que o superávit fiscal seja formado com quase 2/3 dos recursos provenientes da educação, saúde, trabalho, entre outras áreas sociais.

O debate contemporâneo dos desafios enfrentados pela sociedade brasileira exigirá não apenas o foco na CPMF, mas em todo o sistema tributário nacional, especialmente sobre sua eficiência e justiça. Frente a isso, entende-se que a CPMF condiz com uma forma moderna e portadora de futuro em termos de tributação e arrecadação .

Ao contrário dos demais tributos, a aplicação da CPMF independe da declaração do contribuinte, como o IR (Imposto de Renda), e preenchimentos de guias (ICMS, ISS, entre outros), assim como apresenta baixa exigência de fiscalização, que nem sempre consegue evitar a sonegação. Portanto, seus custos administrativos são relativamente muito baixos.

Da mesma forma, a CPMF representa uma inegável contribuição ao sentido da isonomia de competição, pois se trata de tributação que atinge todos os submetidos à intermediação financeira. Nesse sentido, reduz consideravelmente o “ jeitinho ” do uso da sonegação tributária como medida de competição no interior do sistema econômico nacional.

Se forem consideradas ainda as novas modalidades de produção e distribuição de bens e serviços, percebese o anacronismo que tendem a se tornar as formas tradicionais de tributação e arrecadação no Brasil.

Com o tamanho da informalidade, da sonegação e da regressividade, podese compreender por que a CPMF enfrenta tanta resistência em persistir no sistema tributário nacional.

Na realidade, o debate que interessa mesmo à construção de um país moderno e justo, deveria ser o de rebaixar alíquotas e tributos atrelados à estrutura produtiva e arrecadatória ainda do século XIX. Dessa forma, a CPMF poderia passar a ser justamente elevada, ao invés da atual visão predominante de reduzi-la ou, até mesmo, de extingui-la. Por que será que isso não ocorre no Brasil?

8 de November de 2007 | Deixe um Comentário

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