Jonny Quest: Visões Artísticas

Faz tempo que não faço um post da série Visões Artísticas. Um dos temas que gosto de abordar são desenhos antigos, e um clássico é o Jonny Quest.

Como seria a versão cinematográfica deste desenho? Shokxone-studios e Fourpanelhero nos dão uma dica:

Montygog, generalsnaz, bootlegsketch e D-ButterflyWolf trazem versões fofas:

E finalmente, mais 3 interpretações interessantes, via RM73, japoneisfau e sketchmasterskillz:

11 de March de 2010 | Deixe um Comentário

Top 7 Motocicletas dos Desenhos Animados

Carangos e Motocas

chopper

O desenho Carangos e Motocas (Whellie and the Chopper Bunch) mostrava um universo onde todos os carros, caminhões e motos eram vivos.
Neste desenho de 1974, o fusquinha vermelho Willie era o protagonista, defendendo os bons valores que um herói sempre defende.  E seus arqui-inimigos formavam uma inesquecível gangue de motoqueiros confusa. Trapalhões e carismáticos, as motos eram uma parte essencial desse desenho, desde a motoneta que falava “eu te disse, eu te disse” até a moto que tinha problemas pra falar, trocando sílabas enquanto fazia um barulho parecido com motor engasgando.

Urso do Cabelo Duro

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Esse ursos malandros viviam numa caverna luxuosa e super equipada, mas que era disfarçada de caverna comum quando o guarda do zoológico em que viviam fazia uma inspeção.

Não lembro muito desse desenho, mas a moto invisível deles era inesquecível – e inexplicável. Mais tarde, esses personagens estrelaram outro desenho, Ursuate. Mas ali trocaram sua moto invisível por um caminhão de lixo e deixaram as farras de lado pra trabalharem de agentes secretos.

Devlin

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Esse desenho animado de 1974 não é tão famoso, talvez por ser mais sério, dramático, em vez de ser voltado para ação ou comédia. Criado pelo estúdio Hanna-Barbera, era uma homenagem ao motociclista-stuntman Evel Knievel. Rendeu 16 episódios, centrados no motoqueiro de circo Ernie Devlin e seus irmãos Tod e Sandy. Entre um show de moto e uma apresentação ousada, resolviam alguns mistérios.

Confesso que não assisti a esse desenho quando era pequeno, mas as reprises da tv a cabo me deram a chance de conhecê-lo.

Sansão e Golias

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Nesse outro desenho da HB, o jovem sansão viajava numa scooter (que na época eu chamava de Lambreta) com seu cachorro. Ao juntar seus braceletes e berrar “Pela Força de Sansão”, ele se transformava num forte guerreiro e seu pacato animal virava o Gato Guerreiro, digo, um valente leão.

Eu não achava esse desenho lá grande coisa,  gostava mais do cachorro do que do leão e achava o Sansão meio gay. Mas a lambretinha até que era legal.

Esquadrão Marte

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Esse desenho é mais moderno, mas eu assisti poucos episódios, então não posso dizer se era legal ou não. Deve ter sido bom, porque ele foi feito originalmente em 1993, durou 3 temporadas e ganhou uma continuação mais moderna, em 2006.

A história é meio louca: Marte é povoada por ratos antropomórficos que adoram motociclismo. Tudo ia bem até que foram invadidos e dizimados pelos Plutarkianos. Apenas 3 ratos marcianos escaparam e caíram na Terra, buscando refúgio em uma garagem de Chicago. Descobrem então que os Plutarkianos já estão na Terra (liderados por um industrial disfarçado de humano) para roubar nossos recursos naturais.

Mas o que sempre me chamou a atenção nesse desenho foi o ótimo nome original : Ratos Motoqueiros de Marte! Esse nome me lembra aqueles filme B – ou Z – dos anos 50.

Juca Bala e Zé Bolha

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Gato e rato motorizados, ou seja, uma tentativa de fazer um Tom e Jerry mais radical ou moderno. O gato pilotava um carro de corrida e o rato pilotava uma moto “chopper”.

Pra mim, este era apenas mais um desenho idiota da Hanna-Barbera que passava na Bandeirantes. Embora a moto do ratinho fosse legal, não tinha como eu gostar desse tipo de desenho porque eu sempre torci pro gato, pro coiote, etc.

Detalhe: Juca Bala e Zé Bolha era spin-off de outro desenho meio doido: os gatos hippies da Turma da Gatolândia.

Akira

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O grande marco do Anime no cinema, cultuado por muitos fãs e que deu início a uma onda de japamania a partir do seu lançamento (1988).
Eu confesso que não entendi nada. Também, pudera: tiveram que condensar uma complexa história desenvolvida durante 6 mangas em apenas 2 horas de filme. Mas visualmente o filme é realmente impressionante. Em especial as cenas envolvendo o protagonista Kaneda e sua moto super incrementada.
Uma versão live-action de Akira está programada pra ser lançada nos cinemas em 2011.

UPDATE:

Super Motoca

Confesso que nunca ouvi falar nesse desenho (Wonder Wheels no original). Ele teve 16 episódios produzidos pela Hannah-Barbera no final dos anos 70.
Estou acrescentando aqui na lista, afinal parece ser um desenho onde a moto é peça fundamental.

Como eu fiquei sabendo desse desenho? Comentário no twitter da @anapaulabertoni, capturado pelo bit.ly:
Top 7 Motocicletas dos Desenhos Animados: http://bit.ly/7T3R28 O cara esqueceu de Super Motoca (Wonder Wheels) http://bit.ly/5FZNF2 ! #Fail

Ganhei meu primeiro #Fail, mas fiquei sabendo que eu sou O Cara!

3 de January de 2010 | 7 Comentários

20 anos dos Simpsons – A festa continua

A família Simpson teve seu vigésimo aniversário celebrado durante todo o ano passado, desde aparições em selos do correio dos EUA até a Marge Simpson posando para a Playboy. Em dezembro de 2009, a revista TV Guide foi lançada com 5 capas diferentes, todas com o Homer Simpson e a frase “Os Simpsons fazem 20 anos”.

No exemplar de janeiro de 2010 da Fast Company, existe uma ilustração tipográfica recheada de informações dos Simpsons relacionadas a dinheiro.

Este conteúdo coincide com o “Especial de 20° Aniversário dos Simpsons – Em 3D! – No Gelo!” (The Simpsons 20th Anniversary Special: In 3-D! On Ice!) que irá ao ar em 10/01/10 (quase um mês depois da data do aniversário, que foi 17 de dezembro). Morgan Spurlock será o anfitirão desse documentário/episódio especial. O episódio de número 450 irá ao ar logo em seguida.

Outra forma de comemorar o aniversário dos Simpsons será a “campanha amarela” que a Fox inicia em 03 de janeiro. Durante a semana toda, a Fox irá incorporar a cor amarelo-simpson em todos os gráficos e chamadas promocionais que forem ao ar. A cor também será predominante no site da emissora, Fox.com.

Acima um poster atualizado do elenco dos Simpsons (veja a versão ampliada aqui).

Texto traduzido do DesignRelated

3 de January de 2010 | 1 Comentário

Galaxy Rangers – Visões Artísticas

Se você tem entre 30 e 40 anos deve se lembrar com bastante carinho de uma desenho que passava no Xou da Xuxa, nos anos 80: Galaxy Rangers. Misturando um clima de Western com Ficção Científica, uma boa animação, toques pioneiros de animação por computador e sobretudo bons roteiros, esse desenho marcou muita gente.

Lá fora ela teve todos seus 65 episódios lançados em DVD (aqui menos de meia dúzia foram lançados) e tem site oficial mantido pela Koch Vision. Leia mais sobre Galaxy Rangers na Wikipedia ou no InfanTV.

Eu adorava o visual do desenho, em especial os uniformes e as naves espaciais. Mas isso não impede que eu curta também as pequenas variações e interpretações típicas das visões artísticas disponíveis no DeviantArt:

Fontes (não necessariamente nessa ordem): ThemRock, Fpeniche, ChillyPlasma, moritat, riq,linno-art, valstaples,lordsmiley, felinaedeath,rurounitriv, PortalComic, coala-io, lukedenby

9 de December de 2009 | 4 Comentários

Carecas da TV

Ano passado eu fiz uma compilação dos carecas mais famosos do cinema. Ali eu não incluí ninguém da TV, apenas os desprovidos capilarmente da tela grande, afinal, o próprio Oscar é careca! Mas ao deixar o pessoal da televisão de fora, muitos carecas que não saem da nossa cabeça ficaram de fora, e isso é inadmissível!

Lembrem-se que aqui, mais importante do que a careca ser natural ou não, é o orgulho da descapilarização que eu levei em conta. Com isso em mente, vamos conferir as pistas de pouso abaixo:

Uma vez que a lista anterior começou com Patrick Stewart e seu Professor Xavier, é justo que agora comece novamente com ele e o personagem que o fez brilhar primeiro: Capitão Jean Luc Picard, da USS Enterprise 1701-D.

picard

Falando em Star Trek, tenho que mencionar Avery Brooks, intérprete do Capitão Benjamin Sisko de Deep Space 9 (além do Homem Chamado Falcão, um detetive durão em 2 seriados policiais dos anos 80). Ele não é careca de verdade, prefere raspar a cabeça. E de fato realmente fica com um visual muito mais legal, mais “kick-ass”, quando raspa os cabelos e deixa a barba crescer. Compare:

sisko-s1 siskosmall

O visual careca pode ajudar o personagem a ficar mais carismático. Isso aconteceu com um dos personagens mais importantes da confusa série Lost: John Locke (Terry O’Quinn)

locke

Na lista cinematográfica incluí o arqui-inimigo do Superman Lex Luthor. Na lista televisiva ele também tem espaço, uma vez que era uma das melhores coisas do seriado Smallville, interpretado por Michael Rosenbaum.

lex

Todo careca é durão. E falou em durão, falou em Michael Chiklis no papel do policial Vic Mackey, da violenta série policial The Shield. Uma curiosidade: o ator não era careca, mas aos 20 anos de idade ele tirou seu cabelo para interpretar um careca no teatro, porém não removia corretamente uma maquiagem que ele passava na cabeça. Com isso os folículos acabaram morrendo e ele virou careca de verdade.

vic-mackey

Brasileiro também tem aeroporto de mosquito e um exemplo que está no coração de todas as crianças é o Sargento Pincel dos Trapalhões, interpretado por Roberto Guilherme da Silva. Eu ainda me lembro o episódio em que ele raspou a cabeça no ar, resultado de uma aposta perdida.

sargentoPincel

Finalizando, o pai de todos os carecas, aquele que vai brilhar por toda a eternidade… Telly Savalas e seu detetive Kojak. Seu personagem, e seu rosto, marcou tanto a época da série que todo mundo que era careca nos anos 70 era apelidado de Kojak.

kojak

Bem, esses são os que eu me recordo. Se seu careca favorito não reluziu nessa lista, não precisa se desesperar e arrancar os cabelos! Você pode sugerir o nome dele nos comentários.

28 de November de 2009 | 7 Comentários

Eu Vi: Caminho das Índias

caminho-das-indiasAcabou a novela Caminhos das Índias. Que pena! Fazia tempo que eu não assistia uma novela boa assim. Aliás, fazia um bom tempo que eu não via novela. Não tenho mais paciência. Mas essa foi diferente: bem produzida, personagens interessantes, boas tramas e, principalmente, saiu da mesmice. A mudança de cenário, com parte da novela se passando na Índia, foi muito positiva. Mesmo tendo-se exagerado em alguns aspectos, como a ênfase nas superstições, transmitiu-se alguma cultura para a grande massa popular. E como tempero, mantiveram as músicas e dancinhas que, apesar das piadas do Casseta e Planeta, fazem parte de todas as produções de Bollywood.

Mas não foi só o molho indiano que diferenciou essa novela. Geralmente eu assisto ao primeiro capítulo de uma novela da Globo e já sei como ela vai terminar. Nessa, se eu tivesse feito apostas teria quebrado a cara. Ou alguém imaginaria no começo que a Maya não ia ficar com o dalit Bahuan,  e em vez disso iria se apaixonar pelo marido cujo casamento foi arranjado? Tanto Raj quanto Maya eram apaixonados por outras pessoas, indivíduos estigmatizados (uma mulher estrangeira e um homem pária), mas forçados a casar um com outro pela força dos costumes de uma sociedade preconceituosa. Ora, em qualquer novela eles iriam se libertar dessas amarras e lutar pelo amor proibido. Idéia reforçada pelos bebês que tiveram. Em vez disso, se apaixonaram. O Dalit quase virou vilão!

Outros núcleos também apresentaram algumas surpresas, ajudando a manter o interesse na novela. Ao ver a Tônia, por exemplo, eu achava que ela ia dar uma de patinho feio e uma hora iria aparecer linda e toda produzida. Mas embora ela tenha ganhado mais confiança e aprendido a tomar as rédeas de sua vida, manteve o seu visual tímido.

As interpretações também foram muito boas, como a do Raul, que convenceu como idiota-vítima e o esquizofrênico Tarso. Aliás, o Bruno Gagliasso vem se mostrando ser um ótimo ator. Ele também estava bem em Paraíso Tropical, outra boa novela.

Claro, eu poderia fazer algumas críticas. O último capítulo, por exemplo, correu com algumas coisas e se arrastou com outras. Mas o importante é que botando na balança, a Globo acertou nessa. Além de ter o público noveleiro de sempre, conquistou a audiência de pessoas que não costumam assistir por osmose qualquer novela.

bebeUma idéia que pensei, mas duvido que se concretize: a Globo poderia produzir daqui a alguns anos uma continuação “Companhia das Índias”, mostrando a nova geração. Afinal, nunca vi uma novela com tantos bebês (a maioria tem o pai trocado): temos o bebê da Maya, o do Raj, os gêmeos da Camila e  o bebê que a Surya adotou secretamente como sendo seu. Além da gravidez revelada da Sílvia e o núcleo infantil indiano, já consagrado. Novos personagens poderiam aparecer, como um filho inseminado do César (pai do pitboy), por exemplo, e alguns antigos poderiam retornar.

Se filmes e livros podem ganhar diversas continuações e séries de TV podem ganhar spin-offs, por que uma novela não pode gerar uma continuação futura?

14 de September de 2009 | 1 Comentário

Carros Vivos

Faz tempo que eu vinha preparando um post sobre “carros vivos” do cinema e da TV. Eu não queria simplesmente fazer uma lista, enumerando os carros. Minha intenção era colocar imagens, informações e curiosidades sobre cada veículo. Durante a pesquisa, não resisti e acabei incluindo dois caminhões na lista. Bem, depois de meses, eu finalmente consegui limpar a poeira do rascunho, finalizar o post e colocá-lo no mundo.

Fiquem com o TOP 12 Carros (e caminhões) vivos que já apareceram nas telas.

12- ABIGAIL

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Minha mãe é um carro (My Mother, The Car) foi um obscuro seriado cômico americano de 1965, que durou apenas uma temporada de 30 episodios.
Abigail era a mãe do protagonista. Ela morreu e reincarnou neste calhambeque de 1928. Apenas seu filho podia ouvir sua voz. O filho reformou o carro-mãe, que virou uma preciosidade e assim era cobiçado pelo vilão da série.

O carro usado no seriado era uma montagem de vários carros diferentes, de épocas distintas (dos anos 10 aos anos 20), além de possuir partes criadas especialmente para ele.
A técnica para mostrar um carro dirigindo sozinho era simples, mas interessante: um segundo carro-dublê foi feito sem o fundo. Um dublê dirigia escondido usando o auxilio de espelhos.

Acredito que esse seja o primeiro “carro vivo” a aparecer, então não poderia deixar de constar nessa lista!

11 – Green Goblin truck

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Maximum Overdrive foi um filme de 1986, escrito e dirigido por Stephen King. Mas é tão ruim, tão ruim, que ele jurou não dirigir mais nenhum filme depois disso!

Veículos e outras máquinas ganham vida quando um meteoro passa perto da Terra, mas são os carros e caminhões que tornam-se mais perigosos. O caminhão-líder dos veículos do mal é um White Western Star 4864, ano 1977, com uma enorme cabeça do Duende Verde na frente.
Fiquei em dúvida entre apontar esse caminhão ou um jipe militar, cuja metralhadora M60 na parte de trás dispara sozinha contra os heróis (curiosamente, as armas dos heróis não se voltaram contra eles). Optei por este caminhão, pois ele é a imagem mais lembrada quando se menciona este filme.

10 – Caminhão do filme O Encurralado (DUEL)

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Duel foi um filme feito para TV por Steven Spielberg em 1971, e depois lançado no cinema com algumas cenas adicionais. Neste filme, um motorista de um carro é caçado impiedosamente e sem razão aparente por um motorista de caminhão pelas estradas americanas.

Ok, na verdade esse caminhão não estava vivo de verdade, mas o motorista nunca aparece. A sensação é que o inimigo não é o motorista dele e sim o caminhão em si. E o Spielberg transmitiu muito bem essa impressão, pois eu considero este caminhão um dos mais terríveis vilões do cinema!

O caminhão era um Peterbilt 281, modelo 1955. Sua vítima guiava um Plymouth Valiant 1971 vermelho.

09 – Schlep

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Sclhep (ou Schlepcar no original) é um velho bugre comum que é comprado e reformado por 3 jovens, mas ao receber uma buzina mágica ganha vida.
Ele tinha uma antena grande com uma espécie de garra na ponta, faróis que funcionavam como olhos articulados e pára-choque que parecia uma boca, demonstrando inclusive “expressões faciais”. Além de falar resmungando, ele era capaz até de VOAR (e isso bem antes do final do Grease)!

Você não lembra nada disso? Muito menos eu. Mas esse buggy maravilha foi o astro dos 22 episódios da série de 1976 WONDERBUG. No Brasil foi traduzido como Se Meu Buggy Falasse e como Superbug. Entretanto, o maior feito desse carrinho foi dar origem ao desenho do SPEEDYBUG.

O carro utilizado era bugre desses feitos para andar nas dunas de areia, um clone do modelo Meyers-Manx, em chassis de Volkswagen.

08 – SpeedyBug

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Bem, já que falei do Speedybug, ele tinha que aparecer também. Coloquei ele melhor posicionado no ranking do que seu antepassado de porcas e parafusos, pois esse pequeno bugre de celulóide podia não voar, mas ficou bem mais conhecido.

Este desenho da Hannah-Barbera de 1973 era estrelado por um buggy corredor que nas horas vagas se metia em confusões e desvendava mistérios com seus 3 jovens amigos. Ele falava, pensava, tremia de medo e andava nas pontas do dois pneus traseiros quando não queria fazer barulho.
Existia um controle remoto que sobrepujava sua vontade, mas era mais usado por vilões do que por seus amigos.

07 – Christine

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Mais um veículo que ao ganhar vida demonstrou emoções bem humanas: amor, ciúmes, ódio… enfim, demonstrou o desejo e a capacidade de matar!
Christine é um belo Plymouth Fury 1958 pintado sob encomenda nas cores vermelha e branca (originais apenas nos modelos Belvidere. Os Fury vinham de fábrica em bege com dourado).
Estrela do livro de Stephen King e do filme de John Carpenter de 1983, esse carro é um dos mais estilosos da lista.
No livro, Christine foi possuída pelo espírito malígno do primeiro dono, que matou a própria família no carro em troca de imortalidade. No filme, o carro já “nasceu” na linha de montagem, vivo e mau.

06 – The Car

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Este esquecido filme de 1977 é estrelado por um Licoln Continental Mark III 1971, adaptado por George Barris, o mesmo designer do famoso Batmóvel dos anos 60.
O filme mostra o duelo entre o xerife local e este carro misterioso que dedicou sua vida de 4 rodas à atropelar inocentes.
O cartaz do filme pergunta quem dirige O Carro: um fantasma, um demônio ou o diabo em pessoa? Somente no final a assustadora resposta é revelada. Não me pergunte qual é, pois eu não vi o filme!

05 – Lightning McQueen

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Estrela do desenho Carros (Cars) da Pixar/Disney, esse carrinho de corrida é uma mistura do Herbie com o Willie, porém ele fala (e todos os outros veículos também, já que não existem humanos nesse universo). Mas esse jovem carro começa o filme arrogante, se perde no meio do deserto e lá molda seu caráter, além de encontrar o amor.

Não entendi porque ainda não fizeram uma continuação, porque esse desenho é bem legal.
Uma curiosidade: nesse site, alguns fãs fizeram versões tunadas dos personagens.

04 – Willie

wilie
Inspirado no “Herbie – Se Meu Fusca Falasse” e inspirando o recente “Carros”, o desenho Carangos e Motocas (Whellie and the Chopper Bunch) mostrava um universo onde todos os carros, caminhões e motos eram vivos.
Neste desenho de 1974, que teve pequenos 39 episódios, o fusquinha vermelho Willie era o protagonista, defendendo os bons valores que um bom herói costuma defender (Quem assistia não esquece o “CHAAARGE!” que aparecia escrito em seu pára-brisa). Sua namorada era a Rota, uma “carrinha” conversível. E seus arqui-inimigos formavam uma inesquecível gangue de motoqueiros atrapalhada.
O curioso é que todos os veículos nesse desenho falavam, menos o Willie que apenas buzinava e escrevia palavras e símbolos em seu pára-brisa.

03 – Bumblebee

transformers

A wiki tem um verdadeiro tratado sobre esse carrinho, mas acho que posso resumir dizendo que ele é o mais simpático dos Transformers. Não é o maior, o mais inteligente e nem o mais poderoso, porém é o que apresenta uma convivência mais próxima dos seres humanos, dentre todos os alienígenas de Cybertron.

Sim, para quem não conhece, os Transformers são seres de outro planeta que vieram para a Terra e aqui alternam sua forma natural robótica com a de veículos como carros e aviões.

O Bumblebee era um fusquinha amarelo no desenho animado original dos anos 80 e virou um Chevrolet Camaro nos filmes mais modernos de cinema. Como todos Transformers, ele fala e vem equipado com um belo arsenal. Nos filmes o seu sintizador de voz fica avariado por um bom tempo e ele usa o rádio para se comunicar através de músicas. Um sacada inteligente e que às vezes faz lembrar o fusquinha Herbie.

02 – KITT – A Supermáquina

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Esse carro, quando não estava dirigindo sozinho, era pilotado por Michael Knight. Teoricamente, o carro não era vivo, mas controlado por uma inteligência artificial muito poderosa, como se fosse um super-robô. Na prática, era mais vivo do que muitas pessoas!

A Super-Máquina teve mais de uma versão, ou encarnação. Já foi preto, foi vermelho, comandou um time de super-máquinas e estrelou 2 tele-filmes. Mas as mais famosas aparições do KITT foram no seriado original de 1982 e no mais recente de 2008. No primeiro, ele era um Pontiac Firebird Trans Am e no segundo era um Ford Shelby GT500KR Mustang. Na maior parte do tempo, porque essa segunda versão é praticamente um Transformer e vira outros carros (curiosamente todos da Ford…).

O KITT é equipado com diversos tipos de armas, blindagem futurística, equipamentos eletrônicos e computadorizados, Turbo Boost e muitos outros itens de fazer inveja ao Mach 5, do Speed Racer. Mas o que chamava mais atenção, além do fato dele falar e ter idéias próprias, era o sensor luminoso instalado na sua frente, semelhante ao dos Cilônios da série Galáctica.

01 – Herbie

herbie
O Herbie era um VW deluxe ragtop sedã pintado de branco perolizado L87, cujo o interior foi modificado do original branco para um cinza não-reflexivo. Faixas de corrida vermelha, branca e azul e o número 53 completam a pintura característica desse fusquinha.
Sem dúvida nenhuma, esse carro vivo é o mais lembrado pela maioria das pessoas, e não é à toa: valente, vaidoso e bem humorado, ele é o carro de maior personalidade.
Tem um currículo de deixar com inveja seus colegas motorizados e até mesmo atores de verdade: Herbie estrelou 5 filmes de cinema até agora, encantando as platéias em 1968, 1974, 1977, 1980 e 2005.

Fontes: Como eu disse no início, esse post ficou um tempão na gaveta, então não me recordo de cada fonte em particular. Mas é certo que além das minhas memórias e do google, eu acessei a Wikipédia em inglês, os sites TV.com e IMDB, alguns sites brasileiros e americanos especializados em automóveis e sobre nostalgia.

4 de September de 2009 | 10 Comentários

Eu Vi: Chumbo Grosso

Não adianta procurar em que cinema está passando este filme. Nem toda indicação que eu faço é do último lançamento nas telonas. Até porque a gente está sempre de olho nas novidades, mas acaba assistindo uma bomba só porque todo mundo está falando daquele filme. Enquanto isso deixa passar muita coisa boa que fica empoeirando nas locadoras ou passando na TV.

simonpeggBem, eu estava relaxando em uma tarde de domingo, pianando a TV por assinatura, quando vejo o rosto do Simon Pegg em um Telecine desses. Ele fez o Scott no novo Star Trek e antes disso fez a comédia de zumbis Shaun of the Dead (Todo Mundo Quase Morto, título idiota nacional). Gosto muito desse ator. O filme tinha começado há menos de 10 minutos, então valia a pena dar uma chance. De bônus, ainda vi que Timothy Dalton, Bill Nighy e alguns rostos familiares também estavam nesse filme inglês (depois descobri que Simon Pegg co-escreveu esse filme com o diretor Edgard Wright, assim como fizeram em Shaun of the Dead).

chumbogrosso

O nome do filme é Hot Fuzz, e a tradução novamente é estúpida: Chumbo Grosso. A sinopse: “policial extremamente competente causa inveja a seus colegas em Londres, que dão um jeito de transferí-lo para cidadezinha do interior, onde os moradores parecem agir de forma estranha”. Quando eu liguei a TV ele estava na pequena cidade, tentando ser o melhor policial do lugar onde aparentemente nada acontece e a polícia é relaxada e incompetente. Seu parceiro, no entanto, é um fanático por filmes policiais americanos e adoraria ser um herói como o novo colega.

Esse filme tem bastante humor, ação, personagens interessantes, e principalmente, um roteiro inteligente, com reviravoltas e tramas inesperadas. Tem um pouco de violência, uma vez que diversas pessoas do vilarejo estão sendo assassinadas, mas a enfâse é no bom humor e na adaptação do policial da cidade grande e violenta para uma pequena vila onde todos se conhecem.

Ah, e fiquem de olho no cisne!

3 de September de 2009 | 1 Comentário

Walking Dead virar série de TV

O link original da notícia na Variety veio do próprio twitter do Robert Kirkman, autor dos quadrinhos The Walking Dead: a emissora a cabo AMC está finalizando o contrato para transformar a excelente revista em uma série de TV.

walkingdead_49A AMC é responsável por algumas séries famosas como Mad Men e Breaking Bed, além de estar realizando uma nova versão do seriado cult britânico The Prisioner. Leia mais sobre o canal na Wiki.

Estão nessa empreitada os produtores executivos Gale Anne Hurd e David Alpert. Gale trabalhou em filmes como Aliens, Tremors, Terminator (várias encarnações), O Incrível Hulk, entre outros.
Para dirigir e roteirizar a série, Frank Darabont. Ele é conhecido por dirigir, roteirizar e produzir vários filmes. Ele esteve envolvido em  Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption), À Espera de um Milagre (The Green Mile), O Nevoeiro (The Mist), entre muitos outros. O envolvimento de Frank Daramont e Gale Hurd foram essenciais para que a AMC abraçasse o projeto.

Quem não conhece a revista The WalkingDead não sabe o que está perdendo. Publicada nos EUA desde 2003 pela Image Comics, está sendo lançada no Brasil através de álbuns da editora HQM sob o nome de “Os Mortos-Vivos”, além de ser um sucesso através de scans distribuídos na internet. Embora possa ser considerada de terror, por ser ambientada em um período pós-apocalíptico causado por zumbis, a revista é mais dramática e de suspense do que de terror, focando os personagens humanos e sua luta pela sobrevivência. “Ninguém está a salvo” é o lema da revista e ele é realmente levado a sério.

noonesafe2

12 de August de 2009 | 2 Comentários

Super Máquina – Abertura trash alternativa

Um criativo usuário do You Tube fez essa abertura alternativa para a Super Máquina (Knight Rider) – não a série nova ou os telefilmes, mas o seriado original, com David Hassenholf. Pra quem gosta de trash, é imperdível.

YouTube Preview Image

Bônus: Ele também fez um alerta contra a pedofilia na internet através de uma paródia live-action de Ducktales.

2 de August de 2009 | 1 Comentário
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