Após 4 adiamentos, Anatel decide pelo desbloqueio de celulares
Por William Becher em 18/03/2010 - Categorias: notícia, tecnologia

Após adiar quatro vezes a decisão sobre a obrigatoriedade do desbloqueio de celulares no País, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou em reunião na tarde desta quinta-feira que as operadoras terão que desbloquear os aparelhos imediatamente e sem qualquer multa.

De acordo com informações da agência reguladora, a decisão passa a valer assim que for publicada no Diário Oficial da União. A expectativa é de que a orientação do conselho da Anatel seja encaminhado ainda nesta semana para que seja publicada dentro de dez dias.

A Anatel afirma ainda que o pedido do desbloqueio dos aparelhos não induz automaticamente no rompimento dos contratos estabelecidos com as operadoras. Mesmo permitindo o desbloqueio dos celulares, os contratos com as operadoras que preveem anuidades ou pagamentos mensais deverão ser cumpridos normalmente.

Antes, os clientes que solicitavam o desbloqueio para usar o aparelho com chips de qualquer outra operadora eram obrigados a permanecer utilizando o serviço da operadora contratada.

Adiamentos

O presidente do conselho da agência reguladora, Ronaldo Sardenberg, foi o primeiro a pedir vistas do processo ainda no ano passado. Em seguida, de acordo com a Anatel, Sardenberg pediu pela prorrogação do tempo de votação em 45 dias. A terceira adiamento aconteceu por conta do pedido de vista do conselheiro Jarbas Valente. Na reunião do dia 4 de março, foi a vez do conselheiro Antonio Bedran pedir vistas.

Fonte: Terra

Podemos receber mensagem dos ETs em 2015
Por Alexandre Salau em 22/05/2008 - Categorias: ciência, curiosidades, geek, humor, notícia

É isto mesmo, pode já estar a caminho a primeira mensagem de uma civilização extraterrestre direcionada especialmente ao nosso planeta e ela pode chegar dentro de apenas 7 anos.

acd0805120804006-p1Se tudo correr bem (ou muito mal), os terráqueos podem receber uma mensagem dos habitantes do sistema solar Altair no ano 2015. Os astrônomos japoneses Hisashi Hirabayashi e Masaki Morimoto enviaram um email para lá em 1983. A mensagem tinha sido perdida e foi recentemente re-descoberta.

Hirabayashi diz que eles estavam bêbados quando resolveram enviar a mensagem, isto explicaria porque uma das 13 imagens de 71×71 pixels era uma representação da molécula de etanol (álcool potável), o caracter kanji para “kanpai!” (saúde) e a palavra inglesa “toast” (brinde). O email tinha o tamanho total de 65.533 bytes ou, aproximadamente 64KBytes, o que para 1983 era muita coisa mesmo.

Os astrônomos esperam que quem estiver lá do outro lado para receber a mensagem não esteja bêbado como eles estavam na ocasião e possam decifrar as imagens já que não acreditam que entenderão a parte do “kanpai!” e o “toast” mas, a parte das imagens pode ser interpretada como:

Caro povo de Altair, somos organismos que nos reproduzimos sexualmente para formar famílias. A vida na terra iniciou na água.

Bem melhor do que:

Opa, tudo bem? Aqui na Terra somos todos nudistas. Alguns são gigantes com grandes peitos, outros são gigantes com pênis pequenos. Alguns são pequenos e tortos. Peixes gostam de tomar banho de sol na praia. Vire a página para nos ver bêbados. Saúde!

TinFoilHatClaro, temos que considerar ainda a possibilidade de sequer haver um planeta habitado no sistema ou então se a mensagem não caiu no filtro anti-SPAM deles, afinal foi um monte de imagens e texto em japonês..

Como o sistema solar Altair está a 16 anos-luz da Terra, o email chegou lá em 1999, se foi respondido logo depois (por algum alien bêbado), deve chegar aqui em algum momento de 2015, marquem na sua agenda e comprem capacetes de papel alumínio para se protegerem.

Fonte: Gizmodo

Google participa da busca por planetas habitáveis
Por Alexandre Salau em 24/03/2008 - Categorias: ciência, curiosidades, notícia

Quem imaginava que o Google queria dominar o mundo pode tirar o cavalinho da chuva, eles não querem algo tão pequeno e insignificante.

O Google juntamente com o MIT, está financiando o desenvolvimento de um satélite-observatório que tem como objetivo achar planetas semelhantes à Terra orbitando outras estrelas.

Exoplaneta Pouco mais de 200 planetas já foram detectados em outros sistemas planetários da Via-láctea, quase todos eles são gigantes gasosos comparáveis a Saturno, Júpiter ou até maiores. Isto se deve ao método utilizado na detecção que usa a atração gravitacional destes planetas sobre suas estrelas, deste modo apenas planetas gigantes podem ser percebidos.

O projeto chamado Satélite de Pesquisa de Trânsito de Exoplaneta (TESS – Transiting Exoplanet Survey Satellite) irá procurar por planetas que passem diretamente na linha de visão entre a Terra e seu sol, de modo a diminuir levemente o brilho da estrela. Cerca de 20 planetas já foram detectados desta forma.

E o Google?

O satélite será composto de 6 câmeras de alta resolução totalizando 192 megapixel. Elas irão monitorar todo o céu o tempo todo, tirando fotos constantemente. O Google está financiando o desenvolvimento destas câmeras e também pretende participar da criação do programa de gerenciamento do gigantesco banco de dados que será gerado e do sistema de busca de pequenas variações nas estrelas que podem levar à descoberta de novos planetas. Banco de dados busca de informação são duas áreas na qual eles têm experiência.

O que pretendem achar

As órbitas dos planetas são orientadas aleatoriamente em relação ao campo de visão que temos à partir da Terra, estatisticamente uma em cada mil estrelas tem os planetas orbitando de forma a que eles passem entre elas e nós, permitindo sua observação. Como o projeto pretende monitorar 2 milhões de estrelas, estima-se que mais de 1000 sistemas planetários em dois anos de observação. Algumas pesquisas indicam que este número pode ser 10 vezes maior.

Quando um planeta for encontrado nestas condições será possível determinar, seu tamanho, massa, tempo de translação, temperatura e com análise espetrográfica da luz que atravessa a atmosfera (se houver uma), pode-se saber a composição desta. Se houver oxigênio, nitrogênio e água por exemplo em temperatura compatível, podem arrumar as malas e rumar para o planeta Google ou algum outro nome que eles derem, depende de quem pagar mais pelos anúncios do AdSense.

O lançamento está previsto ara 2012.

Fonte: The Daily Galaxy

GBR080319B: A maior explosão já registrada no universo
Por Alexandre Salau em 21/03/2008 - Categorias: ciência, geek, notícia

Ontem dia 19 de março de 2008 foi registrada a maior explosão que se tem conhecimento em toda a história da humanidade, uma Erupção de Raios Gama descomunal.

Este é um fenômeno relativamente comum em nosso universo, são registrados 2 por dia em média. Acredita-se que a principal causa é o colápso de estrelas super-massivas que giram rapidamente e que ao fim de suas vidas emitem quantidades fenomenais de energia em forma de raios gama, antes de darem origem a um buraco-negro. Outra possível explicação é o choque de dois buracos-negros que giram em um sistema binário. Só por estas frases já se pode ter uma idéia da violência deste fenômeno.

GRBA Erupção de Raios Gama (ERG) é tido como o evento mais energético e violento possível de ocorrer no universo, só sendo suplantado pelo próprio big bang (ao lado uma reprodução artística de uma ERG). Todas as ocorrências registradas são de regiões muito distantes, fora de nossa galáxia e normalmente a bilhões de anos-luz. Devido a esta distância, o fenômeno sempre é registrado através de telescópios poderosos, em terra ou em órbita.

Bom, ontem foi registrado o maior acontecimento de todos os tempos que se tem registro, uma ERG tão forte que poderia ser vista a olho nu na superfície da terra. Caso alguém estivesse olhando para aquele exato ponto do céu no momento da explosão da estrela seria possível ver um ponto brilhante surgir e crescer por cerca de 40 a 60 segundos e então sumir.

Pelo que pude apurar houve surpresa geral na comunidade científica quando determinaram que a estrela que explodiu estava a cerca de 7,5 bilhões de anos-luz de distância, isto é metade do caminho até a borda do universo conhecido, mesmo assim foi visivel a olho nu. Para se ter uma idéia, o objeto mais distante que pode ser visto sem auxílio de equipamentos é a galáxia de Andrômeda a apenas 2,5 milhões de anos-luz. É impressionante que uma estrela tenha gerado energia suficiente para ser vista a 3000 vezes esta distância e com mais brilho.

Referenciando o que está no site Bad Astronomy:

Tomemos como referência uma bomba nuclear de 1 megaton, isto é 50 vezes a potência da bomba de Hiroshima.

O sol emite a cada segundo de cada dia 100 bilhões de vezes esta energia. Isto a cada segundo de toda a sua existência de 10 bilhões de anos.

Uma ERG em seus poucos segundos de vida emite mais energia do que uma estrela como o sol produzirá em toda a sua vida.

Por alguns segundos esta única estrela foi um milhão de vezes mais brilhante do que nossa Via Láctea ou 2,5 milhões de vezes mais poderoso do que a maior supernova já registrada.

Eu não sei como colocar aqui em palavras, a grandeza deste evento, isto me foge à compreensão de mero humano mortal. Uma explosão destas deve abrir um buraco, um rasgo no espaço-tempo.

As referências são muitas, vou listar as principais abaixo, inclusive com um diretório de telescópios e radio-telescópios que observaram o dacaimento da explosão, 3 deles estavam focalizando o local correto durante a epxlosão. Ainda não achei fotos mas elas devem aparecer logo.

Fontes: Bad Astronomy Blog, AlphaGalileo, GRBlog, NewsScientisSpace, Canspice.org

Uma fazenda de telescópios na lua
Por Alexandre Salau em 21/03/2008 - Categorias: ciência, notícia

Que maneira melhor de se observar a infância do universo do que em um local sem atmosfera ou radio- interferência terrestre do que a lua?

Esta é a proposição de um grupo de cientistas do MIT. Não apenas um mas uma matriz com centenas de pequenos rádio-telescópios chamado de Lunar Array for Radio Cosmology (LARC), cobrindo uma área de 2km² no lado escuro da lua (na foto abaixo em imagem feita pela Apolo 16).

farside Este observatório seria completamente livre de distorções atmosféricas e por estar do lado da lua que nunca fica voltado para a Terra, não sofreria interferência de emissões eletromagnéticas originadas de nosso planeta.

O objetivo principal seria tentar descobrir o que aconteceu desde o momento do big-bang até pouco mais de um bilhão de anos após, quando o universo já estava tomando forma. Este período inicial de formação é praticamente uma incógnita até hoje.

Perguntas como de onde surgiu a matéria escura ou então porque o universo é composto apenas de matéria comum e não de anti-matéria, poderiam ser respondidas com este empreendimento.

Como fazer

A construção seria completamente automatizada, feita por robôs. Este projeto encaixa-se no futuro previsto da NASA que imagina terminar a construção da Estação Espacial Internacional em dois anos e depois mirar a Lua, incluindo o projeto da construção de uma base permanente por lá.

Fontes: Discovery News

Alfa Centauri pode conter planeta semelhante à Terra
Por Alexandre Salau em 13/03/2008 - Categorias: ciência, cultura, notícia

Simulações mostram que o sistema solar mais próximo do nosso tem grandes chances de conter um planeta semelhante à Terra e com condições de habitabilidade.

Se algum dia desenvolvermos a capacidade de viajar a outros sistemas estelares, é muito provável que o primeiro sistema a ser visitado será sistema triplo de Alfa Centauri. Localizado a cerca de 4,2 anos-luz da Terra é o sistema estelar mais próximo de nosso sistema solar.

escalaO sistema Alfa Centauri é composto de 3 estrelas, sendo as duas principais de tamanho semelhante ao nosso sol e orbitando uma ao redor da outra e a terceira é uma pequena estrela anã que orbita as duas primeiras a uma grande distância de quase 1/4 de ano-luz delas.

A estrela “A” do sistema é quase uma irmã gêmea de nosso sol e é ao redor dela que parece ser mais provável a existência de um planeta semelhante à Terra.

Cientistas da Universidade da Califórnia em Santa Cruz realizaram simulações correspondentes a 200 milhões de anos de vida das estrelas e aplicando parâmetros de todos os modelos de formação de planetas conhecidos. Em todas as simulações surgiram vários planetas orbitando as estrelas principais com pelo menos um deles sendo do tamanho da Terra, em grande parte das vezes um destes planetas estava dentro da zona habitável na órbita de sua estrela.

Os cientistas afirmam que devido às condições favoráveis de proximidade e brilho das estrelas é possível a observação destes planetas, caso eles existam, para isto seria necessário o uso de um telescópio dedicado ao estudo durante cerca de 5 anos.

alfa

Acima as estrelas “A” (alaranjada) e “B” (azulada) do sistema Alfa Centauri e ao centro o Cruzeiro do Sul.

Esta é uma notícia simplesmente espetacular já que este é o nosso vizinho mais próximo e seria excelente ter um planeta habitável em uma área destas, acredito que se for comprovado, os estudos para desenvolvimento de tecnologia de viagens inter-estelares serão acelerados. Nem seria necessária uma tecnologia mágica de ficção para realizar uma viagem destas no tempo de vida de um ser humano, não precisaria quebrar nenhuma lei da física para tanto.

Uma sonda automática poderia ser enviada para lá e chegar talvez em poucas décadas e então enviar dados sobre os planetas do sistema de volta à Terra, nada que seja realmente impossível hoje em dia. Imaginem em uns 25 ou 50 anos. Esta notícia também é particularmente interessante aos fãs de Jornada nas Estrelas, a série original.

Fontes: ScienceDaily, eSky, Daily Mail, Laro’s Home Page

Eclipse lunar total dia 20 de fevereiro
Por Alexandre Salau em 18/02/2008 - Categorias: Brasil, ciência, cultura, hobby, notícia

Na noite de 20 para 21 de fevereiro todo o Brasil poderá observar um eclipse lunar total, o próximo desta magnitude será apenas em 2015.

Courtesy of Fred Espenak, NASA's GSFC

Um eclipse lunar ocorre quando a lua passa pelo cone de sombra projetado no espaço quando esta passa entre o sol e a lua. Estes eclipses sempre ocorrem na fase de lua cheia e são cerca de 3 por ano mas, menos da metade são totais e são visíveis apenas em partes do globo terrestre.

Na noite do próximo dia 20 de fevereiro a lua começará a entrar na sombra terrestre por volta de 22:43, a fase total se inicia à 00:01 e vai até 00:51. Neste período a lua fica totalmente imersa na sombra da Terra sendo praticamente invisível. A Lua voltará a ser totalmente visível às 02:09 da madrugada do dia 21.

Todos os tempos estão conforme o horário oficial de Brasília.

Outros eclipses lunares

Em 16 de agosto de 2008 teremos outro eclipse lunar visível no Brasil mas será parcial. Apenas em 2015 haverá outra oportunidade de tal magnitude para se observar um eclipse lunar total em território brasileiro.

Para mais detalhes sobre este eclipse e outros veja os links das fontes abaixo ou no mapa no início do post.

Fontes: NASA, IAU2009, Discovery Channel

Sistema Solar em Miniatura
Por Alexandre Salau em 17/02/2008 - Categorias: ciência, notícia

Descoberto um sistema solar a 5.000 anos-luz da Terra que aparenta ser uma miniatura de nosso próprio sistema.

Crédito: KASI - CBNU - ARCSEC (KASI - Korea Astronomy and Space Science Institute, CBNU - Chungbuk National University, ARCSEC - Astrophysical Research Center for the Structure and Evolution of the Cosmos.)

Foi encontrado um planeta com 70% da massa de Júpiter e outro com 90% da massa de Saturno, orbitando um sol avermelhado à metade da distância que Saturno e Júpiter orbitam nosso próprio sol. A estrela deste sistema tem aproximadamente metade da massa do sol.

Nenhum dos dois planetas tem condição de sustentar vida mas os cientistas dizem que há espaço no sistema para planetas rochosos semelhantes à terra.

A expectativa dos astrônomos é que sistemas solares semelhantes ao nosso sejam mais comuns do que o que já foi observado até o momento.

Histórico

Em 1995 o primeiro planeta extra-solar foi encontrado e, desde então mais de 250 se juntaram e ele na coleção dos astrônomos. Geralmente são grandes planetas da classe dos gigantes gasosos, como Júpiter ou até maiores, normalmente orbitando próximos de seu sol e até em órbitas mais próximas do que Mercúrio. São sistemas bastante diferentes do nosso e planetas sem condição alguma de sustentar vida como a conhecemos.

A detecção de planetas é feita em sua grande maioria, pela observação da interferência da gravidade do planeta sobre a estrela. Este é o motivo de serem detectados quase só planetas gigantes que possuem massa suficiente para influenciar sua estrela de forma detectável.

Lente Gravitacional

O novo sistema solar foi detectado pela técnica de Lente Gravitacional, que ocorreu quando uma estrela passou exatamente em frente a outra alinhada perfeitamente com a Terra e teve sua presença amplificada pelo efeito gravitacional. É um evento raro mas que abre novas possibilidades de detecção de planetas extra-solares.

Fontes: The New York Times, National Science Foundation

Lente Gravitacional
Por Alexandre Salau em 13/02/2008 - Categorias: ciência, cultura, fotografia, geek, imagem

“A gravidade distorce o espaço” … esta é uma frase que já se tornou quase lugar-comum no conhecimento geral, mesmo que não se faça a mínima idéia do que ela significa. Para os fãs de ficção científica então é algo tão comum quanto beber água.

Uma lente gravitacional nada mais é do que o espaço sendo distorcido pela gravidade descomunal de buracos negros, galáxias ou mesmo agupamentos galácticos. O espaço ao redor destes objetos super-massivos é dobrado e distorcido de forma análoga a uma lente, como as de óculos, câmeras e lunetas.

Desta forma a luz proveniente de estrelas e galáxias que estão atrás desta lente chega até nós de forma distorcida. Não é que a gravidade dobra a luz, ela dobra o espaço por onde luz passa, e isto é um fenômeno impressionante de ser observado, eu mesmo nunca tinha visto uma imagem tão nítida como a foto abaixo.

Abell 2218

Quase todos os pontos luminosos desta foto feita pelo Telescópio Espacial Hubble são galáxias do agrupamento chamado Abel 2218, localizado a cerca de 3 bilhões de anos-luz da terra, na direção da constelação do Dragão (Draco).

O agrupamento é tão compacto e massivo que é possível notar claramente a distorção da luz proveniente de galáxias que estão mais ao fundo, especialmente no lado esquerdo da foto, onde surgem galáxias em longos arcos, como se observadas através de uma taça de vidro.

Achei especialmente interessante uma galáxia alaranjada no alto à esquerda que passa por trás de outra galáxia em forma de disco, o efeito é tão forte que a luz que vem dela some de um lado e aparece na outra borda do disco galáctico.

Clicando na foto você vai para uma versão de alta resolução dela onde muito mais detalhes aparecem.

Fontes: NASA

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