Sinal de Pare
Por William Becher em 25/07/2008 - Categorias: design, humor, video

Já imaginaram como seria se o sinal de pare fosse inventado por uma grande corporação?

Pois então pare de imaginar, e assista o vídeo!

Vi aqui.

Estudante desenvolve método para degradar sacola plástica
Por Alexandre Salau em 27/05/2008 - Categorias: ciencia, ecologia, noticia

Um garoto canadense de 16 anos fez o que pesquisadores muito bem pagos no mundo todo não conseguiram e agora pode ser considerado herói da ecologia.

sacola plastica 4

As sacolas plásticas são um dos grandes vilões do meio ambiente na atualidade, além de demorarem 100 a 200 anos para se decomporem nos aterros sanitários suas moléculas plásticas podem demorar até 1000 anos para se degradarem nos elementos básicos, e o mundo produz cerca de 500 bilhões destas sacolas por ano.

Além disto elas entopem canos e bueiros nas cidades, provocando alagamentos e inundações e também matam animais que as ingerem por acidente, uma baleia foi encontrada morta com mais de 100Kg de sacolas plásticas no estômago, só para ter uma idéia de que o problema vai muito mais longe do que os lixões e encanamentos entupidos nas cidades.

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A idéia

Pensando neste problema, um estudante canadense chamado Daniel Burd, de apenas 16 anos, desenvolveu um raciocínio muito lógico e à princípio bem simples e que foi apresentado na Feira de Ciências Escolar Nacional em Ottawa, Canadá.

Leia mais …

Primo Water
Por William Becher em 15/05/2008 - Categorias: design, ecologia

Essa Água Primo aí, é uma empresa de água (dãã) na qual as garrafas são feitas de plantas, e não de petróleo.

Primo-Water

Como? O segredo está no plástico que eles usam. Ele é chamado Ingeotm, e é o primeiro plástico feito de plantas 100% renováveis. Todos os outros plásticos feitos nos EUA são produzidos a partir de petróleo, uma fonte de recursos não renovável e cada vez mais escassa.

Além da garrafa e do rótulo serem bonitinhos, ainda é ecologicamente correta. Demais!

Primo Water | Via: Likecool

Atol das Ilhas Bikini se recupera de testes nucleares
Por Alexandre Salau em 21/04/2008 - Categorias: ciencia, curiosidades, ecologia, lugares

BravoC1600c20Meio século após testes na remota região do Pacífico, veja como está a vida submarina e o poder de recuperação da natureza.

A mais de 50 um teste atômico chamado Castle Bravo, com uma bomba de hidrogênio de 15 megatons,  (quase 1000 vezes maior do que a de hiroshima) devastou o Atol das Ilhas Bikini, vaporizando 3 ilhas. A temperatura da água subiu a 55 mil graus e no local ficou uma cratera de 2 Km de diâmetro e 75 metros de profundidade, o topo da nuvem da explosão atingiu 40 Km de altura em apenas 6 minutos.

aitutakiAntes do teste (obviamente) todos os habitantes do local foram relocados para as Ilhas Kili, nas proximidades. No início dos anos 70 o governo dos EUA os levou de volta para o local original mas teve que remove-los novamente porque a radioatividade ainda era alta. Eles foram indenizados em 100 milhões de dólares.

O Atol é parte das Ilhas Marshall, um local remoto no meio do Oceâno Pacífico, com paisagens paradisíacas e destino turístico famoso, hoje a área de Bikini raramente recebe visitantes e deve permanecer assim por um bom tempo.

Na paz da solidão, a natureza mostra sua força

080416-bikini-corals-02 080416-bikini-fish-02Recentemente uma expedição de cientistas foi ao que restou do atol para verificar as condições da cratera da explosão. Sem saber o que esperar, ficaram deslumbrados com o grau de recuperação dos recifes de coral que em apenas meio século já cobriram mais de 80% da cratera e sustentam uma rica diversidade, apesar de menor do que antes dos testes nucleares mas mesmo assim surpreendente.

Todo o ecosistema parece estar se recuperando muito bem, o que mostra a resistência e capacidade de recuperação da natureza se for deixada em paz. Os mergulhadores atribuem à pouca movimentação humana na área esta recuperação tão forte.

Por outro lado, em terra firme, os cientistas dizem não ser possível consumir as frutas nativas que continuam altamente contaminadas pela radiação.

Fonte: LiveScience, Nuclear Weapon Archive

Prédios na Malásia que parecem uma frota de naves
Por Alexandre Salau em 30/03/2008 - Categorias: design, ecologia, imagem, lugares

O projeto de um conjunto de prédios ecologicamente sustentáveis e com uma aparência fora do comum na Malásia.

Ultimamente a arquitetura tem experimentado um “boom” de criatividade ao redor do mundo, em especial nos vários Emirados Árabes mas também em outros países. Aqui temos um exemplo vindo da Malásia, um projeto assinado pelo prestigiado Studio Nicoletti Associati.

Os prédios estão localizados à margem de um lago artificial 30 Km ao sul da capital, Kuala Lampur. O valor da obra está estimado em aproximadamente 184 milhões de euros.

Os prédios fazem parte do projeto de urbanização da área conhecida como Prescint 4 e têm uma inspiração de sustentabilidade que inclui terraços com áreas verdes em todos os prédios, inclusive com árvores. Além disto existe muita incidência de luz natural e ventilação, diminuindo a necessidade de consumo de energia.

Claro, a beleza do conjunto também é um destaque por si mesma, até parece uma frota de naves pousadas à beira do lago, como pode ser visto nas fotos abaixo.

This is a project for an ecologically sustainable building complex and an unusual look, in Malaysia
Lately the world architecture is experiencing a creativity boom, specially in the United Emirates. This example comes from Malaysia, a project with the prestigious Studio Nicoletti Associati signature.

The buildings are located in the waterfront of an artificial lake 30 km south of the capital, Kuala Lumpur. The construction cost is estimated in approximately 184 millions of Euros.

The buildings are part of a urbanization of the area known as Precinct 4. Sustainable strategies like terraces, sunshades, natural ventilation and integrated green space were included into the design. The buildings will source from alternative energy and are expected to produce 50% less CO2 emissions than similar residential projects.

Sure, the beauty of the complex is a highlight itself. It looks like a fleet of ships landed at the lakeside, as you can see on the pictures bellow.

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Fontes: Inhabitat, europacorsi

Pretog: O Google Afro-Cibenértico
Por Antonio Carneiro em 22/03/2008 - Categorias: curiosidades, design, ecologia, internet

Sim, chegou o google politica e ecologicamente correto! Ele funciona exatamente como o google comum, porém a página principal e as de busca são com o fundo negro em vez de branco.

Segundo os autores, o objetivo é reduzir o consumo de energia (uma tela branca gastaria cerca de 74 watts contra 59 watts da tela negra) e reduzir ou atenuar os males causados aos olhos pelo excesso de luminosidade.

Confira você mesmo em qualquer um dos seus endereços: googlepreto ou pretog. Ou então dê uma olhada na miniatura abaixo. Existem também versões gringas, a Blackle, BlackGoogle, Gblack e Jabago.

pretog.jpg

Now the internet can be political and ecological correct. Here is the Pretog, an afro-cibernetic google. It works exactly like google, with the same database, but the background is black instead of white.

According to the authors of the page, this would save energy and help to protect the eyes against the excess of brightness.

There’s also other versions, with the same purpose, called Blackle, BlackGoogle, Gblack and Jabago.

Vacas ajudam a aquecer castelo na Suécia
Por William Becher em 21/03/2008 - Categorias: curiosidades, ecologia

O título aí de cima pode parecer estranho, mas é uma idéia genial que o pessoal do Castelo de Wapnö na Suécia começou a usar. As mais de mil vacas do castelo se transformaram em fonte dobrada de lucro: o leite, vendido no mercado local, passa agora a fazer parte, ainda que indiretamente, do fornecimento de calor para a construção do século 18, situada no sudoeste do país.

vacas A idéia é simples, segundo o gerente técnico do Castelo de Wapnö, Jan Tornbjörnsson. O leite é normalmente retirado das vacas a uma temperatura de 37 graus e, em seguida, é rapidamente resfriado para uma temperatura de três graus, a fim de mantê-lo fresco.

“Tudo o que precisamos fazer, portanto, é aproveitar este excedente de energia criado no processo de resfriamento do leite e direcioná-lo para o sistema de aquecimento”, disse Jan Tornbjörnsson à BBC Brasil.

O processo funciona da seguinte maneira: o equipamento de resfriamento do leite produz calor. Através de um trocador de calor, este “ar quente” produzido no processo de resfriamento é transformado em água quente. A água quente é então bombeada para as tubulacões dos sistemas de aquecimento e de abastecimento de água quente do castelo.

As 1,1 mil vacas do castelo produzem 30 mil litros de leite por dia. A sobra de energia gerada é suficiente para ativar todo o sistema de aquecimento central para os 50 cômodos do castelo e instalações adjacentes, incluindo o abastecimento de água quente, segundo o gerente técnico.

Anteriormente, 17 m³ de combustível eram necessários para aquecer o castelo. Na semana passada, o antigo boiler foi definitivamente aposentado.

Você pode ler a notícia inteira diretamente no Terra.

 

Valeu Rodrigo pela dica da notícia!

Tudo azul…
Por Antonio Carneiro em 27/11/2007 - Categorias: arte, curiosidades, design, lugares

Onde? Em Drachtem, Holanda.
Quem? O artista Henk Hofstra.
Quando? Em abril de 2007.
Por quê? Porque onde hoje passa essa rua, antigamente era um rio.
Custo? 4.000 litros de tinta e 75.000 Euros. Metade do custo saiu dos cofres municipais.
Afinal… do que raios estamos falando?! Uma instalação de arte de rua, que pintou 1.000 metros de uma avenida holandesa (e mais um bônus surpresa adicionado), para protestar contra a feiúra cotidiana e sem graça das ruas, além da destruição do meio-ambiente.
Blá blá blá… mas cadê as fotos?! Aí embaixo, é só clicar nas miniaturas e vê-las por inteiro.

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Legal, mas qual a fonte disso aí? Wooster Collective, Aesthetic Grounds e Torontoist.

Popeye Ecológico
Por Antonio Carneiro em 21/11/2007 - Categorias: humor, imagem

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Aderindo à onda de filmes de super heróis, o velho marinheiro devorador de espinafre ganhou um super-uniforme. O traje procura ser mais atual, e buscou inspiração na ecologia e na defesa do verde.

 

Fonte: Essa imagem traumatizante foi arrancada desse site alemão, que não tenho idéia do que diz.

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