Aberturas e Vinhetas da TV Brasileira
Por Matheus |O Degas| Paviani em 21/11/2008 - Categorias: cultura, download, música, nostalgia

Fui procurar por algumas táticas de futebol no 4Shared hoje, e por acaso, encontrei uma pasta muito legal com quase 400 mp3 de aberturas, vinhetas, chamadas e propagandas que escutamos na TV do Brasil. Coisas como as chamadas dos milhares de programas do Sílvio Santos, abertura do desenho Fantástico Mundo de Bob, o tema da vitória do Ayrton Senna, um trecho de encerramento da TV manchete, entre outras raridades. Recomendo a visita a esta pasta. Com certeza, irá encontrar pelo menos um toque divertido para colocar no celular…

Amostra

Amostra da Pasta

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Eu Vi: Speed Racer
Por Antonio Carneiro em 18/05/2008 - Categorias: Eu_vi, carros, cinema

Bem, vou confessar que eu esperava que esse filme fosse uma grande porcaria, uma decepção sem tamanho. Mesmo tendo escutado algumas críticas positivas de quem já tinha assistido, eram pessoas que não foram criadas assistindo o desenho então mantive minha opinião - reforçada pelos trailers que vi - de que o filme seria praticamente um desperdício de dinheiro. E qual não foi minha surpresa? Eu gostei do filme! E quanto mais lembro dele, mais acho que é muito bom e merecia até mesmo uma continuação.

É bom que fique claro que não é uma filmagem em película do desenho animado, seguindo absolutamente cada fotograma. E não é um filme que se propõe a ser realista também. É um filme estiloso, com uma cara própria e diferente da maioria das coisas que já se viu. Ele homenageia o desenho animado em geral, especialmente os animês. Mistura a personalidade de um filme com a de um desenho. E o resultado, ao contrário do que eu esperava, ficou bom.

O desenho clássico do Speedy é homenageado e reverenciado o tempo todo. Além dos atores serem a cara dos personagens, eles vestem uma hora ou outra a mesma roupa que conhecemos. E sem ficar ridículo. Apenas as iniciais bordadas não são usadas, já que elas só faziam sentido com os nomes japoneses. Os carros também estão iguais, algumas falas e situações também serão reconhecidas pelos fãs.

Eu achava que um Mach 6 seria heresia, mas ele só aparece no final e não é fora de contexto, já que outros modelos foram feitos no desenho também. E o grande astro ainda é o Mach 5. Aquele macaco hidráulico que faz pular é usado o tempo todo, com o som que sempre adorei (tointointoin). Aliás, falando nisso, já publicamos em um post do NewsErrado uma visão artística de como seria um MechWarrior-Mach 5.

Aquelas corridas que parecem pista de carrinhos Hot Wheels até que são interessantes, mas eu as aceitei de bom grado porque também mostraram um típico rally pelo deserto e pelas montanhas, que não faltava em nenhum episódio animado.

A modernidade futurista contrasta com visual dos anos 60, usado inteligentemente. A música tradicional não toca inteira durante o filme, mas alguns trechos dela tocam o tempo todo, dando bastante emoção (o filme dos X-Men bem que poderia ter usado alguma coisa da música do desenho animado também).

Cortes no tempo são feitos de forma rápida, indo e voltando de diversos flashbacks, o que pode afastar a platéia de meio neurônio, porque os que possuem ao menos dois não terão dificuldades em entendê-los. O problema é o filme estreiar quase junto de Homem de Ferro, um filme perfeito que deve agradar a um público maior e do Indiana Jones, que só pelo nome e pela música deve deixar os outros concorrentes na lanterninha.

Ainda assim, espero que Speed Racer faça muito sucesso pra que possamos vê-lo enfrentando a equipe vilã de carros vermelhos ou o terrível caminhão-mamute. Esse filme é daqueles que eu recomendo você ver no cinema, aproveitando toda a emoção, som e imagem como foram feitos pra ser apreciados. Deixe pra fazer download de porcarias low-budget, não de uma obra como essa.

Abaixo um video-clip oficial do filme, e nesse post do NewsErrado as aberturas do desenho animado (clássica em 3 idiomas e de duas versões mais novas).

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Eu Vi: They Live!
Por Antonio Carneiro em 22/04/2008 - Categorias: Eu_vi, cinema, nostalgia, sci-fi, video

O filme Eles Vivem (They Live), realizado por John Carpenter em 1988 é um cult movie que eu pessoalmente adoro e volta e meia acabo assistindo de novo.

Comentário cabeça pra você usar como justificativa numa roda de amigos intelectuais chatos:
Interessante que o filme pode ser visto em qualquer época, pois não estará datado. Se fosse assistido nos anos 50 ou 60 poderia ser considerado uma crítica às paranóias anti-comunistas ou um alerta contra o comunista escondido onde você menos espera. Mas ao mostrar uma sociedade capitalista corrupta e individualista, que não se preocupa com os crescentes problemas econômicos e sociais a sua volta, ele fazia uma crítica a Era Reagan, dos yuppies. Obviamente, nada disso mudou hoje. E ainda podemos perceber no filme que o governo foi manipulado por interesses particulares e usa força bruta, influência da mídia e outras restrições anti-democráticas para fazer valer seu ponto de vista e manipular a verdade. Vai dizer que não tá bem atual?
Fim do comentário cabeça pra você usar como justificativa numa roda de amigos intelectuais chatos.

Bem, agora pra parte boa mesmo: criatividade, ação e humor! Frases como The Golden Rule: He who has the gold, makes the rules (A Regra de Ouro: aquele que tem o ouro, faz as regras) pontuam o filme todo. Tem uma frase que até foi usada no game Duke Nukem 3D (leia sobre o jogo na wiki em portugues e em ingles), em uma cena que até lembra um jogo FPS mesmo.

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Essa frase foi “improvisada” pelo ator, que já foi lutador de Luta Livre e estava acostumado com essas provocações e ameaças comuns no ramo. (Traduzindo livremente: “I have come here to chew bubblegum and kick ass…and I’m all out of bubblegum.” seria algo como “Eu vim pra mascar chiclete e arrebentar umas caras… e acabou o meu chiclete.”)

Aliás, a famosa cena de luta, considerada como uma das mais longas da história do cinema, também foi improvisada. Era pra durar apenas 20 segundos, mas os atores-lutadores resolveram lutar pra valer (fingindo apenas os golpes baixos e na cabeça). Eles não ficam fazendo piadinhas enquanto brigam, e quando você acha que pararam, eles recomeçam. Confira os quase 5 minutos completos dessa luta abaixo:

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Uma última curiosidade: somente um personagem tem nome e sobrenome. Pra se ter uma idéia, o protagonista, então, não tem nem nome! Ninguém chama ele nominalmente, ou se refere a ele pelo nome. Nos créditos finais ele aparece como “Nada” (assim mesmo em português, ou em espanhol talvez). No curta que deu origem ao filme, Eight O’Clock in the Morning, o protagonista chama-se George Nada.

Eu Vi: Alien vs Predador 2
Por Antonio Carneiro em 27/01/2008 - Categorias: Eu_vi, cinema, sci-fi

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Antes de mais nada, é importante dizer que gostei muito do filme, “Alien versus Predador: Requiem”, o AVP2 pra encurtar. Portanto, se você está em dúvida, corra logo, encontre onde está passando e vá ao cinema. Sim, ao cinema, nada de download ilegal nesse aí. Vai valer a pena o ingresso!

Bem, agora vamos a alguns comentários. Eu gostaria muito de ver AVP3, então espero que esse filme tenha sucesso nos EUA porque aqui eu duvido que o resultado seja bom. Talvez porque não deixaram os críticos assistir ao filme antes dos “tolos mortais” ou porque essa classe costuma odiar filmes de ficção-científica em geral (com as manjadas exceções de 2001 e Blade Runner), a crítica arrasou injustamente com o filme.

Mas só isso não bastou: a divulgação e distribuição do filme foram péssimos! Cinemas mais distantes, poucas sessões, horários ruins, pouco tempo em cartaz em cada cinema…o espectador tem que empreender uma verdadeira caçada para conseguir assistir ao filme. Somando isso às fracas críticas, quantas pessoas não gostariam de ver o filme, mas vão acabar deixando pra lá?

Sinceramente, não entendi porque os reviews negativos. Bem, se eu não gostasse dos Aliens, dos Predadores, de ficção-científica, de ação ou “filme de monstro” de um modo de geral, provavelmente eu odiaria mesmo. Mas acredito que quem decide ver AVP2 gosta ao menos de um desses fatores… e não sairá desapontado. Quem tem horror a um pouco de sangue nas telas também recomendo aguardar Tele-tubbies, The Motion Picture.

Outra reclamação que li foi que o filme seria muito escuro. Será que esse pessoal tá cego ou baixaram uma cópia pirata de má qualidade pela internet?! Vão assistir Zoltan, o Cão do Drácula e venham me dizer o que é filme escuro! AVP2 tem realmente algumas cenas mais escuras do que eu gostaria, mas a maioria está normal. E filme com Aliens TEM que ter cenas em locais escuros, é uma regra.

Bem, mas chega de crítica aos críticos, e vamos ao filme em si, tentando não cometer spoilers sérios enquanto comento alguns aspectos.

  • Aparece o planeta dos Predadores!!! Rapidinho, mas aparece.
  • Aparece outra fundadora da famigerada “Companhia” maligna e super-poderosa dos filmes dos Aliens (Weyland-Yutani). O outro fundador apareceu no primeiro AVP.
  • O Predalien é uma Predqueen, ou seja, rainha. E fica evidente que jovens rainhas não colocam ovos ainda, preferindo infectar diretamente as vítimas do sexo feminino (os homens são destroçados mesmo). Isso é feito para criar uma colônia (hive) o mais rápido possível. Depois desse estágio inicial é que elas ficam mais estacionárias, formando o saco de pôr ovos.
  • Pareceu-me no início que o Pradalien mata um alien, enquanto depois ele os comanda. Acredito que isso aconteceu porque outro face-hugger escapou da nave e o pradalien não admitia “intrusos” na colônia que iria formar.
  • O Predador desse filme recebeu o apelido de WOLF pelos produtores, em homenagem ao personagem de Harvey Keitel em Pulp Fiction, já que ambos tem a mesma função: são encarregados da limpeza, cobrindo pistas de assassinatos e resolvendo questões embaraçosas e complicadas.
  • Embora esse filme tenha bastantes humanos lutando - e morrendo - já que uma cidadezinha inteira é infestada por Aliens, eu gostaria de ver no próximo um grupo preparado e bem armado enfrentando conscientemente os Aliens. Em outras palavras, tragam os Colonial Marines de volta!! Felizmente, considerando o final do filme, isso até pode acontecer.
  • O Predalien é um alien bem poderoso, mas em minha opinião fica no chinelo perto do Predador. Aliás, acho que considerando a maioria dos filmes dos Predadores (também conhecidos como Yautja) eles só não dominaram a galáxia porque não querem e porque tem o famoso código de honra. Se fossem partir pra uma guerra pra valer, nem as tropas de elite do Bush iriam conseguir pará-los!
  • Leia mais sobre as espécies dos predadores (link 1 e link 2) e dos aliens (link 1 e link 2) em inglês.
  • Posters do filme em japonês, alemão e inglês:
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  • Jogo de xadrez Alien vs Predador, em resina e metal, baseado no primeiro filme:

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Eu vi - Eu Sou a Lenda
Por Antonio Carneiro em 21/01/2008 - Categorias: Eu_vi, cinema, sci-fi

Finalmente vi esse tão esperado filme (pelo menos esperado por mim)! Eu já tinha visto há muito tempo Omega Man, a versão com Charlton Heston e, apesar do final, gostei muito. A primeira versão, com Vincent Price, que chegou a influenciar George Romero a criar seus zumbis de A Noite dos Mortos Vivos ainda é inédita pra mim, mas não por muito tempo… E o livro original, Eu Sou a Lenda, tive a felicidade de comprar em um sebo e devorei. Assim, só me restava aguardar pra ver como ficaria uma versão moderna, com efeitos novos, verbas altas e astro de ação atual.

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Bem, vou contar o que me atrai nesse tipo de história: a questão da sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico. O que você faria se a sociedade tivesse ruído, o mundo ficasse deserto e você pudesse fazer o que quisesse? Lembrando que cada recurso é precioso e escasso: uma lata de salsichas devorada jamais será reposta. Bem, eu me divertiria pra caramba! Poderia andar nas ruas sem atropelo ou medo de assalto, dirigir carrões esportivos caríssimos, iria nas lojas, locadoras e shoppings e faria a festa… poderia morar onde quisesse e ter o que quisesse, de uma tv de plasma a um legítimo Van Gogh. E é isso que faz o protagonista, Robert Neville . Ele se diverte. E ainda por cima com a companhia de um belo e inteligente cachorro!

Mas é claro que não é só isso. Ele sofre pela perda da família. Sofre porque não desistiu da humanidade e ainda tenta salvá-la. Sofre porque a qualquer momento o que sobrou dessa humanidade, transformada por um vírus em criaturas mutantes zumbis-vampíricos, podem matá-lo (e a seu cachorro também).

O filme tem ação e bastante suspense. Mesmo quem viu as versões anteriores e leu o livro vai ficar na beira da cadeira, sentindo o suspense e sofrendo junto com Neville. Mesmo considerando as mudanças em relação ao livro, acredito que o filme foi uma ótima adaptação e quem for ver irá se divertir. O bom de ler o texto original é que ele se aprofunda mais em alguns questionamentos filosóficos que envolvem até mesmo o próprio título da história. É difícil falar mais sem cometer spoilers, no entanto.

Diferenças fundamentais do livro pro filme: os mutantes do livro falam (especialmente o vizinho que vive gritando “Nevilleeee, venha pra fora. Nevilleeeee, saia da casa!”), o cachorro aparece no meio da história apenas e o final é diferente também.

Participações especiais: a brasileira Alice Braga, sobrinha da conhecida Sônia Braga e ainda cheia de sotaque está bem no filme. Não diria que é um destaque, como dizem alguns ufanistas pois o papel dela é pequeno. O moleque que aparece com ela deve ser filho ilegítimo de algum diretor, porque não entendo a presença dele ali. Não está em nenhuma versão e não acrescenta nada a esta.

Curiosidades:

  • No Time Squares pode-se ver um cartaz de um filme com o Batman e o Superman, com estréia para 15/05/2010. Na locadora de video também existem cartazes de filmes do Lanterna Verde e dos Teen Titans.
  • Para as seis noites de filmagem na Ponte do Brooklyn foi necessário aprovação de 14 agências governamentais, uma equipe de trabalho de 250 pessoas e mais de 1.000 figurantes (incluindo 160 membros completamente equipados da Guarda Nacional). Foram utilizados diversos veicúlos e aeronaves militares de verdade e gastou-se um total de US$ 6.000.000,00. Ou seja, o orçamento dessa cena é mais ou menos igual ao orçamento do maior blockbuster nacional da atualidade: Tropa de Elite custou R$ 10,5 milhões no total. (fontes: IMDB e Folha)
  • Will Smith se afeiçoou tanto do cachorro -na verdade, cadela- que ao final das filmagens quis adotá-la. Entretanto, o treinador dela não aceitou abrir mão da cachorrinha de jeito nenhum.

Em resumo: veja o filme agora e divirta-se muito, leia o livro depois e pense.

Eu Vi: Mandando Bala
Por Antonio Carneiro em 04/01/2008 - Categorias: Eu_vi, cinema

Shoot’em Up ou Mandando Bala… fazia tempo que eu não ria tanto! O filme é muito bom!! Ousado, criativo… vale a pena assistir, vale a pena ter em casa. O dia que sair um dvd duplo caprichado vai ser uma beleza… Pena que passou muito rápido no cinema, sem quase nenhuma divulgação. Depois reclamam da pirataria.

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Bem, mas continuando com a avaliação, o filme faz James Bond parecer documentário bem verossímel, tamanha a quantidade de mentiras e “chutes”. Ação do início ao fim, até o letreiro da New Line já é baleado no começo. Entre as coisas inusitadas estão a “chave-viva” da casa do protagonista, as peripécias que ele faz sempre com o bebê no colo (que não chora com os tiros porque a mãe vivia do lado de uma boate de heavy-metal!!) e a mania que ele tem de comer cenouras. Aliás, ele é uma verdadeira versão psicótica do Pernalonga. Eu não vou contar as surpresas porque isso estragaria o prazer de ver o filme, pois eu duvido que você veja as cenas e diga “ah, isso eu já vi, eu imaginava que ia acontecer isso…”

O filme tem violência? Sim, muito. Não é filme de mulézinha sensível, elas que vejam filme da Meg Ryan. Mas é só pra homem que gosta de tiroteiro e ação sem inteligência? Não. O filme É inteligente em sua insanidade, e pode ser curtido por homens, mulheres, adolescentes, quarentões… Olha, eu queria mesmo é que o filme virasse uma franquia: quero mais aventuras com esse personagem misterioso e doidão, cheio de personalidade e bom de tiro!

Eu vi: A Lenda de Beowulf
Por William Becher em 16/12/2007 - Categorias: Eu_vi, cinema

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Eu acabei de ver Beowulf. Em uma palavra: Sensacional!! Em três palavras: Veja no cinema!!

Claro que espero ver também em dvd a versão sem cortes, completa e recheada de extras. Mas a primeira vez você tem que assistir esse filme no cinema, pra captar a sua grandiosidade de som e imagem. E pena que não temos o benefício que o público americano e europeu teve, por falta de investimento local: 3D!

O filme é uma verdadeira saga, mas que não esperou uma continuação ou trilogia para contar uma ótima história que abrange um longo período: dois reinados e a transição da religião tradicional viking para o cristianismo. Isso tudo recheado de dragões, monstros, heróis, mulheres, tensão, mentiras, luxúria, batalhas, etc. Tudo feito espetacularmente em computação gráfica e captura de movimento.

Assim como 300 e Tropa de Elite tiveram inspiração em fatos reais mas especialmente nas obras literárias neles baseadas, Beowulf é uma versão do poema mais antigo da lingua inglesa (escrito no século VIII), um verdadeiro épico nacional inglês, com suas 3.182 linhas. Seu texto serviu para historiadores e lingüistas estudar e para escritores, como Tolkien, criar. Leia mais sobre o poema original na wiki em inglês e em português.

Depois do Rei Leônidas e os 300 de Esparta, do Capitão Nascimento e sua Tropa de Elite, agora vem Beowulf, comandando um destemido grupo de Geats (uma tribo de vikings). Pra você ter uma idéia de como é o camarada, olha só essa falas do filme e veja se ele não merece compor um “Trio Parada Dura” com o Rei e o Capitão:

“They say you have a monster here. They say your lands are cursed. I am BEOWULF and I’m here to kill your monster.”
Eles dizem que vocês têm um monstro aqui. Eles dizem que suas terras são amaldicioadas. Eu sou BEOWULF e estou aqui para matar seu monstro.

I am Ripper… Tearer… Slasher… Gouger. I am the Teeth in the Darkness, the Talons in the Night. Mine is Strength… and Lust… and Power! I AM BEOWULF!
Eu sou o Ceifador…Despedaçador… Mutilador… Retalhador. Eu sou os Dentes na Escuridão, as Garras na Noite. É minha a Força… e a Luxúria e o Poder! EU SOU BEOWULF!

Tholl, Imagem e Sonho
Por em 24/08/2007 - Categorias: arte

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Acabei de chegar de um BAITA espetáculo. Tholl. Vale cada centavo do ingresso. E digo mais, ainda sai barato!

Sabe toda aquela magia do circo que tu imaginas quando criança? Poisé, é reavivada nesse espetáculo.

O show começou às 20:00 em ponto. Depois de mais de 1:30hrs de show, não estamos cansados ainda. Quando acaba, fica aquele gostinho de quero mais.

Uso aqui as palavras de Kleiton Ramil para ajudar a explicar:

“Uma criança que flutua sobre um pequeno planeta mágico já seria o suficiente para conquistar o mundo, mas a performance da OPTC é uma dádiva para as artes cênicas. Enche o coração de emoção e orgulho ver estes jovens artistas do sul do Brasil desfilarem seu impressionante talento raramente encontrado até mesmo no exterior. O diretor João Bachilli encontrou a química exata para o espetáculo, equilibrando a história narrada, os personagens criados, a iluminação, cenários e coreografias, tudo isso carregado de muito lirismo tendo o humor como contraponto. Não quero ser vidente mas aguardem: a OPTC vai viajar muito e conquistar o planeta.”
Kleiton Ramil músico

E aqui algumas das fotos que encontrei:

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Grupo Tholl

Eu Vi: Disturbia (Paranóia)
Por em 16/08/2007 - Categorias: Eu_vi, cinema

Vi diretamente no cinema mais próximo da minha casa. Ou seja, a minha casa. link

Disturbia A história bem doida, atores meio conhecidos/meio desconhecidos, binóculos e espionagens são alguns dos ingredientes que fazem a mistura desse filme.

Filme esse que conta a história de Kale, um guri que fica paranóico depois que o pai morre. Ele começa a arranjar problemas na escola, tantos que acaba sendo posto em prisão domiciliar.

Nessa lida de prisioneiro, sem TV, videogame, internet, ele arranja algo pra fazer. Espionar os vizinhos. (aháá, agora o binóculo no pôster faz sentido, né?)

Bom, voltando à história: Kale já tá sabendo de tudo que acontece na vizinhança, quando começa a perceber que o vizinho dele pode ser um serial killer, e começam a investigar mais a fundo essa história.

Poucas vezes um filme conseguiu me deixar nervoso… hehehe… E esse conseguiu. Não assistam querendo ver o melhor filme do mundo, mas assistam com a intenção de se divertir, porque o filme consegue mesmo.

Vale também uma visita ao site do filme: www.disturbia.com

Eu Vi: Saneamento Básico, O Filme
Por William Becher em 08/08/2007 - Categorias: Eu_vi, cinema

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Excelente!

A cada dia fico mais fã do diretor gaúcho Jorge Furtado.

A música italiana é bela, assim como algumas paisagens. A história é muito bem bolada. O elenco está maravilhoso, tanto os atores mais conhecidos como os que eu não conhecia. Os personagens são interessantes e fica um gostinho de querer vê-los mais, em uma sequência (embora eu não lembre de muitas continuações de filmes nacionais).

Mas o principal é que o filme é hilário. O cinema todo rolava de rir em diversas cenas. Desde os créditos iniciais.

Para quem não sabe do que se trata, a trama é a seguinte: a prefeitura de uma pequenina localidade do Rio Grande do Sul está sem verbas para construir a obra de uma fossa, que ficaria em R$ 8.000,00. Porém, existem R$ 10.000,00 aprovados por Brasília para a produção de um filme de ficção. Um grupo de moradores resolve então fazer um filme enquanto constrói a fossa.

Recomendo uma visita ao site oficial do filme aqui, onde você pode ouvir a trilha sonora, ver o trailer, e ter a acesso a extras como Making-Of, a animação Monstro da Fossa, poemas e outros.

Eu Vi: Transformers
Por William Becher em 05/08/2007 - Categorias: Eu_vi, cinema

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Filmaço!

Tenho que confessar que as fotos e trailers com as novas imagens dos robôs não me empolgavam muito.
O novo visual robô-alien era meio estranho pra mim, já que eu estava acostumado com velho desenho que passava na Globo.
Mas a verdade é que na tela grande esse novo visual funcionou muito bem.

A mesma coisa posso dizer sobre o Bumblebee. Eu tinha ficado indignado que ele deixou de ser um fusquinha - carro alemão - e passou a ser um Chevrolet Camaro, bem americano. Mas vendo o filme dá pra perceber que ele jamais poderia ser um fusquinha ou qualquer outro carro popular.

Aliás, o Bumblebee está muito legal, tanto como carro, como robô e como personagem.

O filme tem boas doses de humor, uma história legal, muuita ação e adrenalina.
Quem não conhece os Transformers (se é que isso existe) vai gostar e quem conhecia também gostará. Com muita criatividade, eles mantiveram elementos tradicionais e introduziram outros: o som da transformação e o símbolo dos Autobots e dos Decepticons são nossos velhos conhecidos, já a transformação é mais frenética e os hologramas projetados no lugar de motoristas e pilotos dos robôs foi uma idéia excelente, pois sem isso seria fácil distinguir um transformer de um carro comum.

Outro detalhe que gostei foi que o carro de polícia decepticon tem escrito, em vez do tradicional lema policial TO SERVE AND PROTECT (servir e proteger) está pintado TO PUNISH AND SLAVE (punir e escravizar). Aliás, além de servir como uma piada, isso também pode ser lido como uma crítica social.

 

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Enfim, esse é um filme que posso recomendar sem medo de errar. E já torço por continuações.


E quem sabe alguém se anima e faz um filme com Mechwarriors também!

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