Ryot IRAS
Por Matheus |O Degas| Paviani em 08/01/2009 - Categorias: tirinhas

Ricardo Tokumoto é o cara que atualmente mais me faz rir com tirinhas… Ele em grande parte das suas criações, faz elas parecerem rascunhos, o que dá um toque especial ao resultado final. Abaixo mais uma tirinha feLomenal dele, e clicando na imagem você será jogado diretamente ao site dele.

cineparadiso

Campo de força protegerá astronautas em Marte
Por Alexandre Salau em 05/11/2008 - Categorias: cinema, ciência, geek, sci-fi, tecnologia

Pois é, parece coisa de ficção, mas pelo que li, é mais simples do que imaginado e pode ser implementado em naves e até em estruturas ou veículos no solo.

O espaço não é um vazio como a maioria imagina, ele está cheio de radiação de todo tipo, desde partículas beta de baixa energia(como as das TVs de tubo CRT) até violentos feixes de raios gama passando por todo o espectro eletromagnético.

magnetosferaAqui na Terra ficamos bem protegidos de todo este arsenal cósmico graças à proteção de nosso campo magnético, uma espécie de campo de força energético que nos defende destes constantes ataques do espaço, em especial de nossa amada estrela central, nosso sol que nos dá vida mas que a impossibilitaria se não fosse esta proteção da nossa magnetosfera.

Na imagem ao lado, ilustração da magnetosfera terrestre desviando a radiação solar

Viagem espacial

Só que estamos começando a querer nos aventurar para fora desta bolha protetora e desta forma, nos exporemos ao mais hostil dos ambientes que se conhece, o espaço aberto.

Mesmo os astronautas que passam meses na Estação Espacial Internacional estão dentro da área de proteção de nosso campo energético, os poucos humanos que se aventuraram fora desta área foram os tripulantes das naves Apolo que foram até a lua e mesmo assim foram períodos de poucos dias nos quais erupções solares não ocorreram, felizmente.

Mas uma viagem a Marte irá durar meses e não haverá qualquer proteção durante todo este período. Mesmo que nenhuma erupção solar ocorra durante o trajeto (o que é improvável) apenas a radiação cósmica que permeia todo o universo já seria o suficiente para danificar as células dos corpos dos astronautas os levando a desenvolver todo tipo de câncer ou até mesmo morrer em poucos dias.

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Comparando o LHC com naves espaciais
Por Alexandre Salau em 02/03/2008 - Categorias: ciência, cultura, curiosidades, geek, imagem, sci-fi, seriados

Um comparativo entre o tamanho do acelerador LHC e naves e estações de filmes e séries de Ficção, para ver que a realidade também pode ser surpreendente.

Como prometido, neste terceiro post sobre o LHC fiz um gráfico comparando a dimensão do anel de aceleração com diversas naves da Ficção, muitas delas bem famosas. Chega a ser surpreendente a escala do empreendimento realizado pelo CERN.

Vale lembrar que a obra custou cerca de 3 bilhões de Euros e foi fruto de mais de 4 mil doadores diferentes em todo o mundo. Lá trabalharão aproximadamente 4.000 dos melhores físicos do planeta, vindos de quase 100 países, inclusive do Brasil.

Acima uma foto de uma parte do túnel circular de 27 Km de extensão por onde correm os prótons que chegam a alcançar 99,9999% da velocidade da luz antes de colidirem (em sentidos contrários) dentro de um dos gigantescos detectores (Atlas, Alice, CMS, LHC-b, LHC-f e TOTEM).

E quanto às naves ?

Aqui ao lado está uma imagem com escala de 1 pixel para cada 50 metros. Está vendo um pontinho pequeno lá embaixo, o menor deles? Pois então, aquela é a nave Enterprise na versão do primeiro filme para cinema de Jornada nas Estrelas.

Clicando na ilustração você vai para uma imagem maior com escala cinco vezes maior (10 metros por pixel) que mostra as naves com mais detalhes.

Mais

Só de curiosidade, os prótons sofrem sua aceleração inicial ali naquele anel amarelo (SPS) e então são introduzidos no acelerador externo (o LHC) em sentidos opostos, cada conjunto um circula em seu próprio tubo e em sentidos opostos até a colisão. Cada “lote” de prótons injetado no anel de aceleração contém 5 milhões de prótons.

Este seria meu último artigo sobre o LHC mas hoje de manhã achei algo que me impressionou tanto que resolvi que vale à pena mais um post para amanhã e garanto, vai ser o melhor deles.

Fonte: CERN LHC Outreach, Jeff Russel, B5Tech

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