Um comparativo entre o tamanho do acelerador LHC e naves e estações de filmes e séries de Ficção, para ver que a realidade também pode ser surpreendente.
Como prometido, neste terceiro post sobre o LHC fiz um gráfico comparando a dimensão do anel de aceleração com diversas naves da Ficção, muitas delas bem famosas. Chega a ser surpreendente a escala do empreendimento realizado pelo CERN.
Vale lembrar que a obra custou cerca de 3 bilhões de Euros e foi fruto de mais de 4 mil doadores diferentes em todo o mundo. Lá trabalharão aproximadamente 4.000 dos melhores físicos do planeta, vindos de quase 100 países, inclusive do Brasil.

Acima uma foto de uma parte do túnel circular de 27 Km de extensão por onde correm os prótons que chegam a alcançar 99,9999% da velocidade da luz antes de colidirem (em sentidos contrários) dentro de um dos gigantescos detectores (Atlas, Alice, CMS, LHC-b, LHC-f e TOTEM).
E quanto às naves ?
Aqui ao lado está uma imagem com escala de 1 pixel para cada 50 metros. Está vendo um pontinho pequeno lá embaixo, o menor deles? Pois então, aquela é a nave Enterprise na versão do primeiro filme para cinema de Jornada nas Estrelas.
Clicando na ilustração você vai para uma imagem maior com escala cinco vezes maior (10 metros por pixel) que mostra as naves com mais detalhes.
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Só de curiosidade, os prótons sofrem sua aceleração inicial ali naquele anel amarelo (SPS) e então são introduzidos no acelerador externo (o LHC) em sentidos opostos, cada conjunto um circula em seu próprio tubo e em sentidos opostos até a colisão. Cada “lote” de prótons injetado no anel de aceleração contém 5 milhões de prótons.
Este seria meu último artigo sobre o LHC mas hoje de manhã achei algo que me impressionou tanto que resolvi que vale à pena mais um post para amanhã e garanto, vai ser o melhor deles.
Fonte: CERN LHC Outreach, Jeff Russel, B5Tech
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