Eu Li: Laços – Turma da Mônica

graphic novel turma da monica

Não me lembro de quando tomei contato, pela primeira vez, com o projeto Turma da Mônica – Laços. Porém, lembro como a ideia me pareceu ótima. Sou fã de Vitor Cafaggi e a imagem promocional liberada era empolgante.

Nela, como vemos, existem os contornos do grupo principal de personagens em meio a um entardecer ou amanhecer. Nessa ilustração, de tons bem escuros para o padrão da franquia, conseguimos captar o clima de aventura e até mesmo nostalgia da história, a qual estava por vir. Com certeza, não fui o único a lembrar, por causa da imagem, do conto O Corpo de Stephen King. Também conhecido por sua versão cinematográfica chamada Conta Comigo.

E, depois de alguns adiamentos, essa atraente edição chegou ao mercado. É uma releitura respeitosa da clássica turma da Mônica, tendo me agradado mesmo eu não sendo muito fã dessa galerinha.

A história em si, possui como seu maior mérito, a sobriedade. Em comparação, por exemplo, com as tramas da Turma da Mônica Jovem (uma série que pelas edições as quais li, os escritores pareciam ter tomado LSD). Porém, em alguns momentos, o desenrolar dos fatos são muito rápidos, se tornando simples demais. Fazendo falta também, dentro da narrativa, um personagem tão carismático quanto o cão Valente (melhor criação do Vitor Cafaggi).

 O que rouba mesmo a cena são os desenhos. Eles estão muito bons, tanto em seus traços quanto em suas cores. Vitor e Lu (irmã do Vítor) capricharam. As páginas desenhadas exclusivamente por Lu Cafaggi são fofas ao extremo.

Em suma: a arte é muito bonita. A edição vale seu preço. Contudo, a empreita talvez fosse mais interessante se existisse um número maior de páginas no encadernado para o melhor desenvolvimento da trama. Mas quando um “Romance Gráfico” possui como principal defeito o fato de ser muito curto, isso é bom sinal.

A Bela Adormecida Zumbi

A Bela Adormecida numa história de zumbis

A moda agora é série de zumbi, filme de zumbi, hq de zumbi, tudo de zumbi. Quem disse que a Disney não pode entrar nessa história?

Os quadrinhos abaixo mostram um final alternativo para o conto de fadas, A BELA ADORMECIDA.

Não sei se viveram felizes, mas para sempre, possivelmente viveram.

Confira a história:

HQ Fringe

Introdução - Edição 00

A Ficção Científica, desde Jules Verne, vem cativando leitores e conquistando espaço sério na literatura. Daí para a sétima arte foi um pequeno passo para a humanidade.

E sim, houve absurdos entre os rompantes de genialidade. Desconsideremo-lhos… Seja pelo interesse científico, imaginativo ou o mistério e o suspense, não só os nerds querem (queremos) criar altares a Asimov, Clarck, Wells e Orwell.

Adaptações e conteúdo específico proliferaram. E eis que bastou mais um passinho de poucas décadas para a FC (SciFi para os metidos) adentrar nos lares e vidas de meros domicílios. Lá se vão Buck Rogers, Galática, Cyborg… Isso sem citar muito Star Trek e sem voltar aos tempos de Joe90 e Thunderbirds.

Mas o booooom ainda estava por vir. Até Star Wars ganhou um seriado – duas versões animadas de The Clone Wars. Talvez o condensado das três versões apresentadas como “V – a Batalha Final” tenham sido um estopim, e X-Files um catalizador para ganhar o grande público. Recentemente os divertidos Eurekca e WareHous13 buscam outro nicho. Mas em termo de séries sérias (ehehe) poucas chegam perto de Fringe.

As policiais C.S.I. e Dr House enfiam muita ciência e quem entende as piadas boas de The Big Bang Theory (as boas não são aquelas iguais a de Friends… só pra constar) por certo devorou algumas enciclopédias. Mas com Fringe há outro fenômeno. Além dos mistérios, intrigas e e manipulação – aliás o novo “V – Visitors” dá de lavada neste último quesito – há boa ciência. Tanto que nem sempre vemos diretamente que alguns eventos estão inspirados em novidades e pesquisas recentes, teorias e novas considerações.

Mas chega de lenga-lenga! Outro dia brincamos de SciELO.org… Vim falar de HQs!

Assim como o novo filme de Star Trek, o que o Sylar de Heroes fez Spock e o Sheldon perdeu de assistir no cinema porque estava no Ártico, Fringe tem uma prequela de seis revistas, e uma introdução de cinco páginas, de aperitivo.

Sem fazer spoiler, a seriezinha apresenta a juventude de Walter e Bell dos tempos de estudante, com direito às suas primeiras bagunças no continuum do universo, viagens no tempo e alguns nazistas pra esquentar o enredo.

Agora é só baixar e treinar a leitura em inglês.

Os Zumbis da Série de TV Walking Dead

Em primeirissima mão, direto do twitter do Robert Kirkman (criador dos quadrinhos The Walking Dead), confira nas imagens como serão os zumbis no seriado:

A propósito, hoje, 2 de junho, marcou o começo das filmagens em Atlanta dessa série da AMC, cuja primeira temporada composta por apenas 6 episódios já está totalmente confirmada. Escrita, produzida e dirigida por Frank Daramont (de Um Sonho de Liberdade, A Espera de um Milagre, etc), ela deve seguir o roteiro dos quadrinhos, entretanto não será uma cópia fiel e literal, guardando surpresas também para os leitores assíduos. Leia mais a respeito nesse post anterior.

UPDATE: Foi divulgada mais uma foto oficial da produção:

Mônica e Magali na vida real

Todo brasileiro deve conhecer as personagens Mônica e Magali, do Maurício de Souza, e deve saber que elas foram inspiradas em crianças de verdade (inclusive em sua própria filha).

MonicaMagali

Mas poucas pessoas tiveram a chance de ver uma foto delas quando pequenas e comparar se eram parecidas ou não com os desenhos.

Tem coisas que só o NewsErrado faz por você (com uma forcinha do twitter do próprio Maurício de Souza, que divulgou essa foto das duas no sítio da avó em 1971)!

monica-magali-reais

Particulamente, achei a Magali igualzinha, atente ao detalhe dos cabelos. Quanto à Mônica, ela era mesmo baixinha e tinha um cabelo parecido, porém mais cheio e longo.  E não achei ela dentuça ou gorducha.

Heroínas

Não, o post não é sobre drogas. Mas explica porque muito marmanjo é viciado até hoje em histórias em quadrinhos!

Direto do DeviantArt, as ilustrações feitas pelo casal AdamWithers e ComfortLove: Women of DC e Women of Marvel.
(A propósito, não é emocionante uma esposa que em vez de reclamar da sua mania de ler revistas em quadrinhos, compartilha da sua “excentricidade” ?
)

The_Women_of_DC_Comics_by_AdamWithers

Women_of_Marvel_in_Color_by_ComfortLove


Bem, se os desfiles de “Miss Super-Amigos” acima ainda não o convenceu, que tal a galeria abaixo, de autoria do Steven Purtill?

Supergirl_by_Original_Bastard Supergirl___color_by_Original_Bastard

Power_Girl_Photo_Shoot_by_Original_BastardSilver_Age_Batgirl___Final_by_Original_BastardCommission___Starfire_by_Original_BastardDark_Phoenix_by_Original_Bastard

Fonte: DeviantArt

Walking Dead virar série de TV

O link original da notícia na Variety veio do próprio twitter do Robert Kirkman, autor dos quadrinhos The Walking Dead: a emissora a cabo AMC está finalizando o contrato para transformar a excelente revista em uma série de TV.

walkingdead_49A AMC é responsável por algumas séries famosas como Mad Men e Breaking Bed, além de estar realizando uma nova versão do seriado cult britânico The Prisioner. Leia mais sobre o canal na Wiki.

Estão nessa empreitada os produtores executivos Gale Anne Hurd e David Alpert. Gale trabalhou em filmes como Aliens, Tremors, Terminator (várias encarnações), O Incrível Hulk, entre outros.
Para dirigir e roteirizar a série, Frank Darabont. Ele é conhecido por dirigir, roteirizar e produzir vários filmes. Ele esteve envolvido em  Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption), À Espera de um Milagre (The Green Mile), O Nevoeiro (The Mist), entre muitos outros. O envolvimento de Frank Daramont e Gale Hurd foram essenciais para que a AMC abraçasse o projeto.

Quem não conhece a revista The WalkingDead não sabe o que está perdendo. Publicada nos EUA desde 2003 pela Image Comics, está sendo lançada no Brasil através de álbuns da editora HQM sob o nome de “Os Mortos-Vivos”, além de ser um sucesso através de scans distribuídos na internet. Embora possa ser considerada de terror, por ser ambientada em um período pós-apocalíptico causado por zumbis, a revista é mais dramática e de suspense do que de terror, focando os personagens humanos e sua luta pela sobrevivência. “Ninguém está a salvo” é o lema da revista e ele é realmente levado a sério.

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