Escrever sempre é meio complicado pra mim. Primeiro, porque por mais que milhares de idéias estejam em minha mente, quase nenhuma delas eu consigo descrever do modo certo, ou pelo menos da forma que estava na minha cabeça. Segundo, porque eu sempre acabo tentando falr de coisas que meu domínio não é total, como é o caso de falar do caso da Flávia.
Nunca vivi algo parecido com o que a Mãe da Flávia descreve no blog. Não me sinto a vontade para descrever dor ou algo do tipo, pois por mais que me esforce, não consigo nem imaginar como é isso.
Li a convocação do Juliano, e tentei passar pra um dos editores do NewsErrado. Mas uma certa responsabilidade no que li, tomou conta, precisava eu tentar.
Segundo o Juliano, deveríamos pelo menos por um instante parar de falar de “humor, jogos, entretenimento, filosofia, imagens e risadas para mostrarmos solidariedade com uma mãe e uma filha, separadas há 10 anos.”. Não filosofar num caso como esse é estremamente difícil. É impossível não viajar no quanto uma dor dessas pode nos causar danos e também, no quanto a história de mãe e filha é uma história de superação.
Pedir ajuda da grande mídia, para lutar e divulgar os riscos dos ralos de piscinas, e ainda, pedir uma punição contra os resnponsáveis pelo acontecimento, é uma tarefa que beira a loucura. Mas nós, a blogsfera nacional, que já tem ajudado pelo menos um pouco no caso da Flávia, temos uma força que pode ser maior. E não custa nada.
http://flaviavivendoemcoma.blogspot.com/