Tirinha de Star Wars
Por Antonio Carneiro em 07/01/2009 - Categorias: humor, perigo, sci-fi, tirinhas

Clique na imagem para ampliá-la e leia logo abaixo a tradução. Autor: Eldelgado, via DeviantArt.

luv_sux_2_by_eldelgado

- Olá, garoto. Vejo que você gosta de Guerra nas Estrelas, né?
- Xim, muito!
- Eu também, sabia que sou colecionador? Tenho tudo que você pode imaginar desse filme. Jogos, video-games, cópias dos filmes… até tenho uma versão tamanho infantil do traje de escrava da Princesa Leia em Retorno de Jedi.
- Xério?
- Claro. Quer brincar? Eu faço o Jabba.
***
- Mas você não tinha dito que essa roupa te trazia recordações da sua infância? Quem vai entender?

Ajuda
Por Matheus |O Degas| Paviani em 01/12/2008 - Categorias: Brasil, editorial, imagem, notícia, perigo, utilidade

Cartaz por Rodrigo Muller: http://www.flickr.com/photos/rodrigomuller/3063287023/

Adendo

Doações de alimentos e roupas

Segundo as autoridades de Santa Catarina, há necessidade principalmente de alimentos não-perecíveis, produtos de limpeza, colchões, cobertores e travesseiros em bom estado.

Quem quiser doar deve procurar as prefeituras dos municípios prejudicados pelas cheias e deslizamentos. Entidades públicas e privadas também estão promovendo campanhas e recolhendo material em vários estados.

A Defesa Civil recomenda cuidados para quem pretende fazer as doações:

  • Os alimentos devem estar dentro do prazo de validade e com a embalagem intacta;
  • Colchões e roupas de cama devem estar em bom estado de conservação, limpos e prontos para utilização;
  • Roupas e calçados também devem estar limpos e em condições de uso. Sapatos devem estar amarrados entre si (pé direito com esquerdo) e a numeração deve ser marcada do lado externo com caneta;
  • Utensílios domésticos devem estar funcionando e bem conservados.

Informe-se sobre postos de coleta na Defesa Civil do seu estado.

CEDEC/RS - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio Grande do Sul
www.defesacivil.rs.gov.br
Fone: (51) 3210 4219

DEDC/SC - Diretoria Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina
www.defesacivil.sc.gov.br
Fone: (48) 4009 9816

CEDEC/PR - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paraná
www.pr.gov.br/defesacivil

SEDEC/RJ - Secretaria de Estado da Defesa Civil do Rio de Janeiro
www.defesacivil.rj.gov.br

CEDEC/SP - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de São Paulo
www.defesacivil.sp.gov.br
Fone: (11) 2193-8888

CEDEC/MG - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais
www.defesacivil.mg.gov.br
Fone: (31) 3236-2111

CEDEC/ES - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Espírito Santo
www.defesacivil.es.gov.br
Fone: (27) 3137-4441

SIDEC/DF - Sistema de Defesa Civil do Distrito Federal
www.defesacivil.df.gov.br

CEDEC/MS - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Mato Grosso do Sul
www.defesacivil.ms.gov.br
Fone: (67) 3318.1078

Fonte: G1: Globo.com

Ciclone extratropical atinge região sul
Por Carol K. em 03/05/2008 - Categorias: Brasil, ecologia, notícia, perigo, video

Segundo a Folha de S. Paulo, os estragos provocados pelo ciclone extratropical que atinge o Rio Grande do Sul há alguns dias já deixaram 22,5 mil pessoas desalojadas. Outras 1.600 pessoas ficaram desabrigadas e foram encaminhadas para abrigos municipais. O maior número de vítimas é de moradores da região metropolitana de Porto Alegre. Duas rodovias permanecem interditadas e milhares de pessoas continuam sem energia elétrica.

Conforme a Defesa Civil Estadual, entre os desalojados, a maioria –20 mil– mora na região metropolitana de Porto Alegre. Outros 1.500 moram na capital e 1.000, no litoral. Entre os desabrigados a situação também é pior na região metropolitana. Lá, 1.000 perderam suas casas –na capital foram 300 e no litoral também.

Ainda, na noite de ontem (3), cerca de 247 mil pessoas estavam sem energia elétrica, no Estado. Na manhã deste domingo, dos 247 mil, ao menos 150 mil continuavam às escuras –esse número pode aumentar, no entanto, porque a RGE (Rio Grande Energia), que atende cerca de 52 mil pessoas, não confirmou a situação atual.

Em Santa Catarina, os temporais também provocaram alagamentos. Na cidade de Ermo, o rio subiu cerca de 1,5 metro e atingiu casas. Por volta das 3h deste domingo, os moradores começaram a ser resgatados por barcos dos bombeiros.

Segundo o Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), tanto no Rio Grande do Sul quanto em Santa Catarina, chuvas fortes e ventanias devem continuar ocorrendo durante este domingo.

Entenda os vários tipos de ventos e tempestades:

Vento: termo genérico que identifica o ar em movimento, independente da velocidade.

Brisa: é um vento de pouca intensidade, que geralmente não ultrapassa os 50 km/h.

Monção: começa no início de junho no sul da Índia. São ventos periódicos, típicos do sul e do sudeste da Ásia, que no verão sopram do mar para o continente. A monção geralmente termina em setembro, caracterizando-se por forte chuva associada a ventos.

Ciclone: Caracteriza-se por uma tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta velocidade de rotação. Evidencia-se quando ventos superam os 50 km/h.

Furacão: vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 119 km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos Estados Unidos. Giram no sentido horário (no hemisfério sul) ou anti-horário (no hemisfério norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica.

Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar da China e atingem o leste asiático.

Tornado: é o mais forte dos fenômenos meteorológicos, menor e mais intenso que os demais. Com alto poder de destruição, seus ventos atingem até 500 km/h. O tornado ocorre geralmente em zonas temperadas do hemisfério norte.

Vendaval: vento forte com um grande poder de destruição, que chega a atingir até 150 km/h. Ocorre geralmente de madrugada e sua duração pode ser de até cinco horas.

Willy-willy: nome que os ciclones recebem na Austrália e demais países do sul da Oceania.

(Fonte: Folha de s. Paulo On-line)

Assista a reportagem sobre o ciclone extratropical:

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