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A fórmula do banho cientificamente perfeito

É sério tem gente pesquisando cada aspecto da nossa vida, por menos significante que pareça, até mesmo o modo como tomamos banho.

banhoPelo visto existe algum apelo no assunto já que uma equipe de pesquisadores liderada pelo neuropsicológico Dr. David Lewis estudaram o assunto e desenvolveram uma fórmula matemática que determina os parâmetros do banho perfeito.

Um equilíbrio ótimo entre privacidade, temperatura e

pressão da água, temperatura ambiente, dispersão do jato de água, duração do banho e até a preocupação de que a água quente não acabe. Ou seja, coisa demais para se pensar antes de entrar embaixo do chuveiro.

Mesmo assim, uma empresa que produz chuveiros patrocinou a pesquisa e parece que vai extrair algum lucro disto. Segundo o Dr. Lewis criar o banho perfeito não é fácil mas vale o esforço. Os benefícios psicológicos são evidentes e, até mesmo benefícios físicos como o relaxamento muscular, redução de stress e melhora no humor podem ser alcançados devido à liberação de endorfinas.

Nada disto é novidade, pelo menos para quem costuma tomar banho de vez em quando. O estudo durou um mês e foi conduzido em 1000 adultos do Reino Unido.

E daí?

Na boa, embora eu ache que sempre é positivo tirar proveito de qualquer tipo de pesquisa e que, sempre algum conhecimento é gerado e aproveitado, tem coisas que ficam muito estranhas de se ver sob um prisma mais sério.

Outra coisa, pelo que entendi, um banho perfeito demanda uma quantidade razoável de água e energia. Isso não me parece muito adequado nos dias atuais, onde existe tanta preocupação com o uso racional de recursos limitados.

Fonte: MSN Tech & Gadgets UK

3 thoughts on “A fórmula do banho cientificamente perfeito

  1. Mas como foram feitos os testes? Botaram a pessoa pra tomar banho com eletrodos na cabeça enquanto uma equipe assistia, perplexa, a pessoas se ensaboar, anotando, consequentemente, toda e qualquer reação que uma ensaboada no braço pudesse fazer! Inglês é tudo maluco mesmo…

  2. Tem coisas que eu prefiro não saber como foi feito e acho que é bom não correr atrás disto, pode ser bizarro demais.

    Pior que os ingleses, só os japoneses … desculpa Carol, mas é verdade, não é?

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